Ricardo Tanturi y su Orquesta Típica Los Indios — Que Me Quiten Lo Bailao! letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Que Me Quiten Lo Bailao!" de Ricardo Tanturi y su Orquesta Típica Los Indios.

Letra

Mano abierta con los hombres, querendón con las mujeres
Tengo dos pasiones bravas: el tapete y el champán…
Berretín con la milonga, metejón con los placeres
Unas veces ando pato y otras veces soy bacán
¿Qué querés que le haga, hermano? ¡Si es regalo del destino!
¡Si el afán de hacer el paco nunca ha sido mi virtud!
Me electrizan las burbujas y los ojos femeninos
¡desde aquellos dulces días de mi alegre juventud!
Pero yo no me arrepiento
De haber dado curso al vento
Que en la vida derroché
Tuve todo lo que quise…
Y hasta lo que yo no quiero
La cuestión que disfruté
Mi conducta fue serena
Yo fui pródigo en la buena
Y en la mala me encogí
Fui magnate y vagabundo
Y hoy lo sobré tanto al mundo
Que le puedo dar changüí
Si unas manos me fallaron, otras fueron más cordiales
Unos labios fueron dulces, otras veces como hiel
Pero siempre tuve agallas pa' capear los temporales
Y de lobo, entre los zorros, al pasar hice cartel
Qué querés que le haga, hermano, si nací pa' morir pobre
Con un tango entre los labios y en un tute entreverao
Juego, canto, bebo, río… y aunque no me quede un cobre
Al sonar la última hora… ¡que me quiten lo bailao!

Tradução da letra

Mão aberta com os homens, querendão com as mulheres
Tenho duas paixões bravas: o tapete e o champanhe…
Berretín com a milonga, metejón com os prazeres
Algumas vezes ando pato e outras vezes sou Bacan
O que queres que lhe faça, irmão? Se é presente do destino!
Se o desejo de fazer o paco nunca foi minha virtude!
As bolhas e os olhos femininos electrificam Me
daqueles dias doces da minha juventude alegre!
Mas eu não me arrependo
Se tivesse dado seguimento ao vento
Que na vida eu desperdicei
Tive tudo o que queria…
E até o que eu não quero
A questão que eu gostei
O meu comportamento foi a serena
Eu fui pródigo na boa
E na má encolhi me
Fui magnata e vagabundo
E hoje sobra tanto para o mundo
Que posso dar-lhe changüí
Se algumas mãos me falharam, outras foram mais cordiais
Alguns lábios eram doces, outras vezes como o fel
Mas eu sempre tive coragem para resistir aos temporais
E de lobo, entre as raposas, ao passar fiz cartaz
O que queres que lhe faça, irmão, se nasci para morrer pobre
Com um tango entre os lábios e em um tute entreverao
Jogo, canto, bebo, rio aunque e mesmo que não fique um cobre
Ao soar a última hora quit Tirem-me o bailao!