Ricardo Arjona — No Sirve de Nada letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "No Sirve de Nada" de Ricardo Arjona.
Letra
Conozco el atajo que llega al secreto que nunca diras.
Se de aquel sendero que llega a tus labios por cualquier lugar.
Descubrir la salsa que orquestan tus pasos en el adoquin.
Y el llanto que escondes tras esa sonrisa de casting barato.
Y de que me sirve,
no sirve de nada.
Conozco el aroma que dejan tus sueños si es que puede haber.
Se que piensas mucho, hablas demasiado, y resuelves poco.
Se cuando estas fria y aparentas fuegos por condescender.
Se que a veces mientes, y yo hago maromas por no descubrirte.
Y de que me sirve,
no sirve de nada.
Si tus celos piensan que no hay aventura que se me resista.
Que hasta a veces quisiera parecerme al tipo que tu crees que soy,
para tener motivos, para vivir la vida,
para arrancarle un tajo de locura a esta miseria,
de quererte tanto,
y no sirva de nada.
No sirve de nada este delirio
de aferrarnos a una historia que murio sin darnos cuenta.
No sirve de nada este castigo
de buscar en lo imposible algun borron y cuenta nueva.
No sirve de nada,
no sirve de nada,
no sirve de nada.
Conozco las dudas que te llevan siempre al mismo lugar.
Se que estoy pagando facturas pendientes de algo que paso.
Se que te desgastas buscandole absurdos a la realidad.
Se que a veces dices, cuando tienes ganas de no decir nada.
Y de que te sirve,
no sirve de nada.
Hacen falta dos para hallar la ecuacion de encontrar un culpable.
Hace falta tiempo para tener ganas de desperdiciarlo.
Hacen falta sueños para aferrarse a la realidad.
hace falta todo, y al final resulta que siempre es lo mismo.
Y de que nos sirve,
no sirve de nada.
No sirve de nada este delirio
de aferrarnos a una historia que murio sin darnos cuenta.
No sirve de nada este castigo
de buscar en lo imposible algun borron y cuenta nueva.
No sirve de nada,
no sirve de nada,
no sirve de nada.
No sirve de nada…
Tradução da letra
Conheço o atalho que chega ao segredo que nunca dirás.
Sei daquele caminho que chega aos teus lábios em qualquer lugar.
Descubra o molho que orquestram seus passos no adoquin.
E o choro que escondes por trás daquele sorriso de casting barato.
E de que me serve,
não adianta.
Conheço o cheiro que os teus sonhos deixam, se é que pode haver.
Sei que pensas muito, falas demais, e resolves pouco.
Sei quando estás fria e aparentas ser condescendente.
Sei que às vezes mentes, e eu faço maromas por não te descobrir.
E de que me serve,
não adianta.
Se os teus ciúmes acharem que não há aventura que me resista.
Que até às vezes gostaria de me parecer com o tipo que tu pensas que sou,
para ter motivos para viver a vida,
para arrancar um pedaço de loucura a esta miséria,
de te amar tanto,
e não adianta.
Este delírio não serve de nada
de nos apegarmos a uma história que morreu sem perceber.
Este castigo não serve de nada
de procurar no impossível algum borron e conta nova.
Não adianta,
não adianta,
não adianta.
Conheço as dúvidas que te levam sempre ao mesmo lugar.
Eu sei que estou pagando contas pendentes de algo que aconteceu.
Sei que te estás a desgastar à procura de absurdos para a realidade.
Sei que às vezes dizes, quando te apetece não dizer nada.
E de que te serve,
não adianta.
É preciso dois para encontrar a equacion de encontrar um culpado.
É preciso tempo para ter vontade de desperdiçá-lo.
É preciso sonhos para se agarrar à realidade.
tudo é necessário, e no final, acontece que é sempre o mesmo.
E de que nos serve,
não adianta.
Este delírio não serve de nada
de nos apegarmos a uma história que morreu sem perceber.
Este castigo não serve de nada
de procurar no impossível algum borron e conta nova.
Não adianta,
não adianta,
não adianta.
Não adianta…