Reyli Barba — Perdóname en Silencio letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Perdóname en Silencio" de Reyli Barba.
Letra
Oye
Cuantas tonterías
Te decía y me decías
Todo era tan simple
Entre los dos
Siempre era domingo
Madrugadas tibias
Y eramos los dueños del amor
Hasta que un día un viento helado
Se metió en la habitación
Congelándome la piel y el corazón
Y despertó de mi pasado
Los fantasmas y una horrible confusión nos abrazo
Me dueles, me ardes me siento cobarde
Te quise dar la vida y hoy casi te me olvidas
No entiendo, no hables
Yo se que soy culpable
Mejor ni te despidas
Perdóname en silencio, por favor
Oh no
Oh no no no
Oh jo no jo
Oh no no
Lluvia y melodías, y perfecta melodía
Y era nuestro pan de cada día
Nada nos faltaba, nada nos dolía
Y eramos los dueños del amor
Y hasta que un día un viento helado
Se metió en la habitación
Congelándome la piel y el corazón
Y despertó de mi pasado
Los fantasmas y una horrible confusión, nos abrazo
Me dueles, me ardes me siento cobarde
Te quise dar la vida y hoy casi te me olvidas
No entiendo, no hables
Yo se que soy culpable
Mejor ni te despidas
Perdóname en silencio, por favor
Oh no
Oh no no no
Oh jo oh jo
Oh no no
Cuantas tonterías, te decía y me decías
Tradução da letra
Ei
Que disparate
Estava a dizer-te e a dizer-me
Tudo era tão simples
Entre os dois
Era sempre domingo
Madrugadas quentes
E nós éramos os donos do amor
Até que um dia um vento gelado
Ele entrou no quarto
Congelando a pele e o coração
E acordou do meu passado
Os fantasmas e uma confusão horrível nos abraçar
Tu dás-me, queimas-me, sinto-me cobarde
Quis dar Te a vida e hoje quase te esqueceste
Não entendo, não fales
Eu sei que sou culpado
É melhor não te despedires
Perdoa-me em silêncio, por favor
Oh não
Não Não Não
Oh jo não jo
Oh Não Não
Chuva e melodias, e melodia perfeita
E era o nosso pão de cada dia
Nada nos faltava, nada doía
E nós éramos os donos do amor
E até que um dia um vento gelado
Ele entrou no quarto
Congelando a pele e o coração
E acordou do meu passado
Os fantasmas e uma confusão horrível, abraço-nos
Tu dás-me, queimas-me, sinto-me cobarde
Quis dar Te a vida e hoje quase te esqueceste
Não entendo, não fales
Eu sei que sou culpado
É melhor não te despedires
Perdoa-me em silêncio, por favor
Oh não
Não Não Não
Oh jo Oh jo
Oh Não Não
Quantas tretas, dizia-te e dizias-me