Revolver — Princesas o mendigos letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Princesas o mendigos" de Revolver.
Letra
Entre sus miedos y los mios tendimos puentes dispuestos a cruzar abismos
y allí nuestro destino pidiendo auxilio en medio del caudal.
Sumamos la fuerza del coraje restamos la de la traición,
Multiplicamos el respeto cerrando el paso a ninguna división.
Ricos en ser o no ser para ambos princesas o mendigos,
Que los dos estamos vivos,
Se nos vuelve a olvidar otra vez.
Se nos vuelve a olvidar otra vez,
Que los dos estamos vivos.
Caminamos por el filo de la vida,
Cuando tocaba pero cogiéndonos las manos.
Y hoy después de casi de veinte años de otra forma
No sabemos caminar.
Después de que mis solidos defectos,
Se rindieran con tachas y costuras.
Después de que el levante nos brindara días azules
Sin mucha mar.
Ricos en ser o no ser para ambos princesas o mendigos,
Que los dos estamos vivos,
Se nos vuelve a olvidar otra vez.
Se nos vuelve a olvidar otra vez,
Que los dos, que los dos estamos vivos.
El único futuro que me queda,
Es un presente pringado de deseos.
Después de vivir aquí contigo tocar el cielo seria un paso atrás.
Nos sabemos con los premios del bolsillo,
Cariño queda tanto por contar,
Pongamos de acuerdo nuestras almas hasta que vuelen;
un poco más.
Ricos en ser o no ser para ambos princesas o mendigos,
Que los dos estamos vivos,
Se nos vuelve a olvidar otra vez.
Se nos vuelve a olvidar otra vez,
Que los dos, que los dos,
que los dos estamos vivos.
Tradução da letra
Entre os seus medos e os meus construímos pontes dispostas a atravessar abismos
e ali nosso destino pedindo socorro no meio do caudal.
Somamos a força da coragem subtraímos a da traição,
Multiplicamos o respeito fechando a passagem para nenhuma divisão.
Ricos em ser ou não ser para ambas princesas ou mendigos,
Que estamos ambos vivos,
Esquecemos outra vez.
Esquecemos outra vez,
Que estamos ambos vivos.
Caminhamos pelo fio da vida,
Quando tocava, mas a agarrar-nos as mãos.
E hoje depois de quase vinte anos, de outra forma,
Não sabemos andar.
Depois dos meus defeitos sólidos,
Renderam-se com tachas e costuras.
Depois do levante nos ter dado dias azuis
Sem muito mar.
Ricos em ser ou não ser para ambas princesas ou mendigos,
Que estamos ambos vivos,
Esquecemos outra vez.
Esquecemos outra vez,
Que nós dois, que nós dois estamos vivos.
O único futuro que me resta,
É um presente cheio de desejos.
Depois de viver aqui contigo, tocar no céu seria um passo atrás.
Nós sabemos, com os prêmios do bolso,
Querida ainda há muito para contar,
Vamos pôr de acordo as nossas almas até voarem;
um pouco mais.
Ricos em ser ou não ser para ambas princesas ou mendigos,
Que estamos ambos vivos,
Esquecemos outra vez.
Esquecemos outra vez,
Que os dois, que os dois,
que estamos ambos vivos.