Revolver — Lecho de rosas letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Lecho de rosas" de Revolver.
Letra
Más perdido que un cowboy en esa noche
donde aquí se quema el mundo en cartón piedra
despistado como es ley por la avenida del puerto
un forastero pasea
tipos duros que llegaron como él
le escribieron desde alguna dirección
y cuando llega a su destino por llamar de alguna forma
a ese edificio sin color
se le escurre el alma por la alcantarilla
convertida en verdadero manantial
de ilusiones que transforma en alimento
este monstruo siempre hambriento esta ciudad
No habrá para mi un lecho de rosas no será sencillo conseguir
pasar de gusano a mariposa pero aquí es dónde quiero vivir
Y le contaban que los sueños son mentira
que por las calles no hay ríos de leche y miel
esto es tierra de oportunidad
depende de para que
aunque hay ricos y pobres hay más pobres metidos
en camisas de rico que justo al revés
paraíso de engaños cárcel del desencanto
pero se encienden las luces del cauce del río
que parte en dos esta ciudad
caído del cielo un motivo divino
para parar de escapar
No habrá para mi un lecho de rosas no será sencillo conseguir
pasar de gusano a mariposa pero aquí es donde quiero vivir
Allí dónde la vida pierde forma y sentido
y el futuro una cobra que se enreda en los pies
se jura y rejura por sus antepasados
antes muerto a tener que volver
las esquinas de su barrio son de todo menos justo
el final de una pared
son bazares y mercados, son cobijo de chalados
piezas de arte moderno meaderos de pie
pero canovas brilla y le ciegan las luces
parece sunset boulevard
mientras grita bien alto como un desesperado
odio y quiero a esta ciudad
No habrá para mi un lecho de rosas…
Tradução da letra
Mais perdido que um cowboy naquela noite
onde aqui o mundo é queimado em papelão pedra
despistado como é lei pela avenida do Porto
um estranho anda
tipos duros que chegaram como ele
escreveram lhe de alguma morada
e quando ele chega ao seu destino por chamar de alguma forma
aquele prédio sem cor
a alma dele escorre pela sarjeta
transformada em verdadeira fonte
de ilusões que transforma em alimento
este monstro sempre faminto esta cidade
Não haverá para mim uma cama de rosas não será simples conseguir
passar de verme para borboleta mas aqui é onde eu quero viver
E contavam lhe que os sonhos são mentira
que pelas ruas não há rios de leite e mel
isto é terra de oportunidade
depende de para que
embora haja ricos e pobres há mais pobres envolvidos
em camisas de rico que ao contrário
paraíso dos enganos prisão do desencanto
mas as luzes do leito do rio se acendem
que parte em dois esta cidade
caído do céu um motivo divino
para parar de fugir
Não haverá para mim uma cama de rosas não será simples conseguir
passar de verme para borboleta mas é aqui que eu quero viver
Lá onde a vida perde forma e sentido
e o futuro uma cobra emaranhada nos pés
ele jura e rejura por seus antepassados
antes morto para ter que voltar
os cantos do seu bairro são tudo menos justo
o fim de uma parede
são bazares e mercados, são abrigo de loucos
peças de Arte Moderna meaderos de pé
mas canovas brilha e cegam as luzes
parece o sunset boulevard
enquanto grita alto como um desesperado
odeio e amo esta cidade
Não haverá para mim um leito de rosas…