Revolver — Babilonia letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Babilonia" de Revolver.
Letra
Creo en los milagros mas que Creo en dios
Dramas disfrazados de fortuna
Creo en el infierno y en el cielo
Mas por aproximación que por mi fe EL diablo está acabado entre los hombres
Mucho mas hábiles que él
Se emborracha con un jagger por las venas mientras llora
Y se pregunta como pudo suceder
Creo que hoy haré un brindis otra vez
Por todos los descalzos que caminan
Por las ruinas de esta Babilonia
Por todos los borrachos, por la vida
Que corre y que no pare de correr
No pare de correr, no pare de correr
Las lágrimas no son gotas de lluvia
Ni perlas que regala el dios del mar
Son ratas que huyen de entre los escombros
De vidas arrasadas al azar
Confesión y balas de desprecio
Para aquel que arruina sueños por doblones
Y aunque nos juren que arderan en el averno
Primero balas y después la confesión
Creo que hoy haré un brindis otra vez
Por todos los descalzos que caminan
Por las ruinas de esta babilonia
Por todos los borrachos, por la vida
Que corre y que no pare de correr.
(Gracias a Sergio romero por esta letra)
Tradução da letra
Eu acredito em milagres mais que eu acredito em Deus
Dramas disfarçados de fortuna
Acredito no inferno e no céu
Mas por aproximação que pela minha fé o diabo está acabado entre os homens
Muito mais habilidoso que ele
Ele fica bêbado com um jagger nas veias enquanto chora
E ele se pergunta como isso pode acontecer
Acho que vou fazer um brinde outra vez hoje
Por todos os descalços que andam
Pelas ruínas desta Babilónia
Por todos os bêbados, pela vida
Que corre e que não pare de correr
Não pare de correr, não pare de correr
Lágrimas não são gotas de chuva
Nem pérolas que o deus do mar dá
São ratos que fogem dos escombros
De vidas arrasadas ao acaso
Confissão e balas de desprezo
Para aquele que estraga sonhos por dobrões
E mesmo que nos jurem que arderam no averno
Primeiro balas e depois confissão
Acho que vou fazer um brinde outra vez hoje
Por todos os descalços que andam
Pelas ruínas desta Babilónia
Por todos os bêbados, pela vida
Que corre e que não pare de correr.
(Graças a Sergio romero por esta letra)