Remembering Never — T.H.U.G.L.I.F.E. letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "T.H.U.G.L.I.F.E." de Remembering Never.

Letra

You won’t pass on your bitter blood
I’ll spend my every breath to undo the damage done
Your mistake will be just your mistake
Nothing more
You won’t tie us to your dead and sinking
We don’t relive the bigotry
We won’t relive the lies
We won’t relive a dead standard of old times
The proof is in the actions of the past
Who is the (real) enemy is the question that should be asked
But it’s impossible to change the past
We’re out for blood
For every ill-fated lie
Morality’s suicide
Put a gun to your head
You’re better off dead
Better off dead
You won’t pass your bitter blood
I’ll spend my every breath to undo the damage done
Your mistake will be just your mistake
Nothing more
You won’t tie us to your dead and sinking
We don’t relive the bigotry
We won’t relive the lies
We won’t relive a dead standard of old times
The proof is in the actions of the past
Who is the (real) enemy is the question that should be asked
But it’s impossible to change the past
Let it be left in the past
You aren’t even a memory
You aren’t even a memory

Tradução da letra

Não vais passar o teu sangue amargo
Vou gastar todo o meu fôlego para desfazer os danos causados.
O teu erro será apenas o teu erro.
Nada mais.
Não nos amarras aos teus mortos e a afundar
Não revivemos a intolerância
Não vamos reviver as mentiras
Não vamos reviver um padrão morto dos velhos tempos.
A prova está nas ações do passado
Quem é o (real) inimigo é a pergunta que deve ser feita
Mas é impossível mudar o passado
Queremos sangue.
Por cada mentira malfadada
A moralidade é suicídio.
Aponta uma arma à cabeça.
Estás melhor morto.
Melhor morto
Não passarás o teu sangue amargo
Vou gastar todo o meu fôlego para desfazer os danos causados.
O teu erro será apenas o teu erro.
Nada mais.
Não nos amarras aos teus mortos e a afundar
Não revivemos a intolerância
Não vamos reviver as mentiras
Não vamos reviver um padrão morto dos velhos tempos.
A prova está nas ações do passado
Quem é o (real) inimigo é a pergunta que deve ser feita
Mas é impossível mudar o passado
Que seja deixado no passado
Nem sequer és uma memória.
Nem sequer és uma memória.