Reincidentes — La Republicana letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Republicana" de Reincidentes.

Letra

Hey tú, que tal? Yo mal porque?
Donde vamos a llegar
PP, Rajoy, Acebes, Heil Hitler
No se cuando vamos a parar
Pisando el derecho de nuestros viejos
Que su historia nos quiere ocultar
No juguéis con nuestro sentimiento, oh no!
Cubrir, huir, tapar, negar
Lo que fue nuestra realidad
Morir, morir, en pie, en pie
Que menos les podemos brindar
Gente que lucho por otra convivencia
Dialogando sin imposición
Todo para conseguir conciencias libres
Allá va la republicana, ondeando libertad
Libre libre libertad, libre libre libertad
Igualdad y solidaridad
El. Rey, el rey, la ley, la ley
Otra cosa más que tragar
Yo pago, tú pagas, el paga, ¿el paga?
Conservando su divinidad
Son naipes de la desesperanza
Iglesia, monarquía y honor militar
Fruto de la nuestra nacional vergüenza
No hay mas, no hay mas, que hacer, que hacer
Solo un grito de reflexión
Crear, pensar, decir, sentir
Que la herida sea nuestro bastión
Hay que desempolvar el silencio
Enterrando el miedo y el horror
Llegar a poner fin con dignidad al odio
Allá va la republicana, ondeando libertad
Libre libre libertad, libre libre libertad
Igualdad y solidaridad

Tradução da letra

Ei tu, que tal? Eu errado porque?
Onde vamos chegar
PP, Rajoy, Acebes, Heil Hitler
Não sei quando vamos parar
Pisando o direito dos nossos velhos
Que a sua história nos quer esconder
Não brinque com o nosso sentimento, oh não!
Cobrir, fugir, encobrir, negar
O que foi a nossa realidade
Morrer, morrer, em pé, em pé
Que menos lhes podemos brindar
Pessoas que lutam por outra convivência
Dialogando sem imposição
Tudo para obter consciências livres
Lá vai a republicana, acenando liberdade
Livre, livre, liberdade, livre livre liberdade
Igualdade e solidariedade
Ele. Rei, rei, lei, lei
Outra coisa a não ser engolir
Eu pago, tu pagas, ele paga, ele paga?
Preservando sua divindade
São cartas da desesperança
Igreja, monarquia e honra militar
Fruto da nossa nacional vergonha
Não há mais, não há mais, o que fazer, o que fazer
Apenas um grito de reflexão
Criar, pensar, dizer, sentir
Que a ferida seja o nosso Bastião
Temos de tirar o pó do silêncio
Enterrando o medo e o horror
Acabar com dignidade ao ódio
Lá vai a republicana, acenando liberdade
Livre, livre, liberdade, livre livre liberdade
Igualdade e solidariedade