Reincidentes — Esclavos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Esclavos" de Reincidentes.

Letra

Al ahorro compulsivo le bautizaron prudencia
Al crédito le pusieron la etiqueta de libertad
El acaparamiento acabó siendo precaución
La usura tornó en astucia, es una ley natural
Esclavos, esclavos de una mísera ambición
Pisar el cuello al vecino le llamaron dos cojones
Y a la falta de prejuicios cubrieron de santidad
Al final todos se unieron y el círculo se fue a cerrar
Aunque dejan sus resquicios. ¡Tu puedes participar!
Esclavos, esclavos de una mísera ambición
La historia se escribió en masculino singular
Nació lo ético, lo práctico y lo legal
Se tachó de no rentable a la solidaridad
El trabajo acerca a Dios
Y Dios sin trabajar
Y las hambres
Se convierten
En un mal que no se puede evitar
Y las guerras
Se revelan
En recuerdo de lo más habitual
Llegaron otros tiempos en que alguien ya se planteó
Que era una locura, que podía haber riqueza para tos
Se rasgaron las vestiduras y pusieron cerco militar
Aplastando la cordura siempre en nombre de la paz
Esclavos, esclavos de una mísera ambición

Tradução da letra

A poupança compulsiva foi batizada de prudência
O crédito recebeu o rótulo de liberdade
O açambarcamento acabou por ser uma precaução
A usura tornou-se astúcia, é uma lei natural
Escravos, escravos de uma mísera ambição
Pisando no pescoço o vizinho foi chamado de dois cojones
E à falta de preconceitos cobriram de santidade
No final todos se uniram e o círculo foi Fechar
Embora eles deixem suas lacunas. Você pode participar!
Escravos, escravos de uma mísera ambição
A história foi escrita em masculino singular
Nasceu o ético, o prático e o legal
Foi riscado de não rentável para a solidariedade
O trabalho aproxima Deus
E Deus sem trabalho
E as fomes
Eles se tornam
Em um mal que não pode ser evitado
E as guerras
Eles são revelados
Em memória do mais habitual
Chegaram outros tempos em que alguém já se levantou
Que era uma loucura, que poderia haver riqueza para tosse
Rasgaram se as vestes e puseram cerco militar
Esmagando a sanidade sempre em nome da paz
Escravos, escravos de uma mísera ambição