Reincidentes — En Mi Interior letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "En Mi Interior" de Reincidentes.

Letra

¡Y en mi interior!
Siguen pululando la condena y el espanto de su Dios
De su Dios
¡Y en mi interior!
Quedan los reojos, el repudio y las bromas de los demás
De los demás
Cuando, niño, todo era azul
Mi ropa, mi habitación y mis regalos
Siempre servían para hacer la guerra o para jugar al fútbol
Nunca
Nunca me permitieron lucir ese pendiente
Extraño en mi propio hogar sin saber muy bien qué hacer
¡Y en mi interior!
Vive el secretismo, la consigna al detallismo, la pasión
La pasión
¡Y en mi interior!
Conviven rabia y miedo, la vergüenza y las ansias de romper
De romper
Luego, más tarde
Mi pudor es muy distinto y no me gusta esa revista
Sabes
Me gustas tú aunque te de asco
No te preocupes, no haré nada
Mi atracción es cebo de reacciones asimilada, enrarecidad
Y si me da por pintarme la he «cagao»
Qué estupidez
Cuando, niño, todo era azul
Mi ropa, mi habitación y mis regalos
Siempre servían para hacer la guerra o para el fútbol
Tengo instinto de rebelión con cada podrida religión
Contra la mala reputación
Y es que la muerte nunca tuvo sexo
Quiero luchar contra la exclusión
Doble moral condena el apartheid
Criminaliza libertad de opción
Estoy seguro de que esto puede superarse bien
Y en…
¡Mi interior!

Tradução da letra

E dentro de mim!
Continuam a pulular a condenação e o espanto do seu Deus
Do seu Deus
E dentro de mim!
Restam os desejos, o repúdio e as piadas dos outros
De outros
Quando, rapaz, era tudo azul
As minhas roupas, o meu quarto e os meus presentes
Eles sempre serviram para fazer guerra ou jogar futebol
Nunca
Nunca me deixaram usar esse brinco
Eu sinto falta da minha própria casa sem saber muito bem o que fazer
E dentro de mim!
Vive o sigilo, a palavra de ordem ao detalhismo, a paixão
Paixão
E dentro de mim!
Convivem raiva e medo, a vergonha e as ansiedades de romper
De quebrar
Então, mais tarde
Meu pudor é muito diferente e eu não gosto dessa revista
Sabes
Gosto de ti mesmo que te enogues
Não te preocupes, não vou fazer nada
Minha atração é isca de reações assimiladas, rarecidade
E se me der para me pintar eu fiz " cagão»
Que estupidez
Quando, rapaz, era tudo azul
As minhas roupas, o meu quarto e os meus presentes
Sempre serviram para fazer a guerra ou para o futebol
Tenho instinto de rebelião, com cada religião podre
Contra a má reputação
E é que a morte nunca teve sexo
Quero lutar contra a exclusão
Dupla moral condena o apartheid
Criminaliza liberdade de escolha
Tenho certeza de que isso pode ser bem superado
E em…
O meu interior!