Reincidentes — Dime letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Dime" de Reincidentes.
Letra
Tres de enero del 96
O hace tiempo que lo fue
Y el grifo vacío como siempre
Tras la sábana salé el sol
Otro dí a esperar
A ver si pasa algo diferente
Estudiar pa que sirve
Trabajar es imposible
Protestar es de otro tiempo que pasó
Eres victima de un suicidio
Del silencio colectivo
El luchar es otra idea que fracasó
Tanta pasividad…
Dime, dime, dime, dime, dime, pa qué vales tú, si crees que no hay futuro
Dime, dime, dime, dime que no ves la solución y encima sin un duro
Dime, dime, dime, dime cual es tu dirección, buscando alternativas
Dime, dime, dime lo que hay dentro de tu corazón… ser sumiso, ser indeciso.
Eso lo eliges tú
Pasa el tiempo y sigo igual
Tantos años y sin hacer ná
Menos mal que están abriendo el bar
Crisis, caos, exclusión
Fraude, mafias, extorsión
Pero las calles están que arden
Cada paso un desfío
Cada grito un quejío
Cada voz que se rebela una lección
Te nombrarán conflictivo
Te acusarán sin testigos
Encontrarás dentro de ti la solución
Cuantos quedarán sin pasar
Cuantos al final se inclinarán
Cada uno que se pringue
Al filo vivirá
Cada cual es cada cual
Ya no caben más mentiras
Y tu aliento ya es tu ira
La razón muy poco a poco caerá
Un intento de salida
De buscar las nuevas vías
Reaccionar todo palante sin cesar
Tradução da letra
Três de janeiro de 96
Ou já foi há muito tempo
E a torneira vazia como sempre
Atrás do lençol salvei o sol
Outro disse para esperar
Vamos ver se algo diferente acontece
Estudar pa que serve
Trabalhar é impossível
Protestar é de outro tempo que passou
És vítima de suicídio
Do silêncio coletivo
Lutar é outra ideia que falhou
Tanta passividade…
Diz-me, diz-me, diz-me, diz-me, pa que vales tu, se achas que não há futuro
Diz-me, diz-me, diz-me que não vês a solução e ainda por cima sem um duro
Diga-me, diga-me, diga-me qual é o seu endereço, procurando alternativas
Diz-me, diz-me, diz-me o que há dentro do teu coração su ser submisso, ser indeciso.
A escolha é tua
O tempo passa e continuo o mesmo
Tantos anos e sem fazer nada
Ainda bem que estão a abrir o bar
Crise, caos, exclusão
Fraude, máfias, extorsão
Mas as ruas estão a arder
Cada passo um desfio
Cada grito um gemido
Cada voz que rebela uma lição
Você será nomeado conflitante
Vais ser acusado sem testemunhas
Você encontrará dentro de si a solução
Quantos não passarão
Quantos no final se inclinarão
Cada um que se lixe
Ao fio viverá
Cada um é cada um
Já não cabem mais mentiras
E a tua respiração já é a tua raiva
A razão muito pouco a pouco cairá
Uma tentativa de saída
De procurar os novos caminhos
Reagir todo o palante sem cessar