Reincidentes — Cartas Desde El Asilo letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Cartas Desde El Asilo" de Reincidentes.
Letra
Di mi vida por pensar que veríais algo distinto
guerras y hambre tuve que aguantar, pero ya no soy el mismo
mi mente guarda lucidez, mi cuerpo va languideciendo
sé que en el fondo lo deseáis, pero no me estoy muriendo.
Siempre en el mismo sitio, en otra sociedad
ahogando en los recuerdos mi desolación.
Lágrimas en los ojos cada atardecer.
Mientras tanto tu conciencia
se tranquiliza al saber
que estoy vivo, atendido
sin problemas que resolver.
Tu existencia es, siempre algo que hacer
sin la carga de un vegetal
y una vez al mes vienes a charlar
cosas vacías para envidiar.
En tu casa empecé a ser la última mierda, una molestia
no se buscó mi utilidad y me pagasteis una celda
desde mi cárcel digo adios a un mundo poco agradecido
una soga a mi alrededor, ¡me siento ya tan vencido!
Siempre haciendo lo mismo hasta la saciedad
ahogando en los recuerdos esta postración
lágrimas en mis ojos cada atardecer.
Mientras tanto tu conciencia
se tranquiliza al saber
que estoy vivo, atendido
sin problemas que resolver.
Tu existencia es, siempre algo que hacer
sin la carga de un vegetal
y una vez al mes vienes a charlar
cosas vacías para envidiar.
Tradução da letra
Dei a minha vida por pensar que veriam algo diferente
guerras e fome eu tive que aguentar, mas eu não sou mais o mesmo
minha mente guarda lucidez, meu corpo vai definhando
sei que no fundo o desejais, mas não estou a morrer.
Sempre no mesmo lugar, em outra sociedade
afogando nas memórias a minha desolação.
Lágrimas nos olhos a cada pôr-do-sol.
Enquanto isso, sua consciência
ele se acalma ao saber
que estou vivo, atendido
sem problemas para resolver.
A tua existência é sempre algo para fazer
sem a carga de um vegetal
e uma vez por mês vens conversar
coisas vazias para invejar.
Em tua casa comecei a ser a última merda, um aborrecimento
não procuraram a minha utilidade e pagaram me uma cela
da minha prisão digo adeus a um mundo pouco agradecido
uma corda à minha volta, sinto - me já tão vencido!
Sempre fazendo o mesmo até a saciedade
afogando nas memórias esta prostração
lágrimas nos meus olhos todo Pôr do sol.
Enquanto isso, sua consciência
ele se acalma ao saber
que estou vivo, atendido
sem problemas para resolver.
A tua existência é sempre algo para fazer
sem a carga de um vegetal
e uma vez por mês vens conversar
coisas vazias para invejar.