Raly Barrionuevo — Herida azul letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Herida azul" de Raly Barrionuevo.

Letra

Allá donde nace el viento
Del vientre azul de las vidalas
Anda tu voz, herida de vendimias tristes
Volviendo en la tarde, cansada
Para alumbrar la noche en las guitarras solas
Que cantan olvidos para no llorar
Allá donde muere el río
Cantando su canción de arena
Ciego y azul yo voy camino de tu sombra
Hundido en el viento, dolido
Por alcanzar la luna en tu mirada limpia
Que enciende el otoño de mi soledad
Me duele verte ajena a mi dolor callado
Lejos de mi, del ángel que nos velaba
Los sueños primeros, la infancia
Del tiempo azul cuando tu voz era libre
Y abría en la aurora madura y frutal
Por ver tu fulgor he vuelto
Como el viento norte vuelvo
Tierno el azul del día me ha roto el alma
Me envuelven distancias… olvidos
Para entibiar este antiguo sueño mío
Que muere al poniente de la soledad
Volví buscando tus ojos
La tibia espiga de tus manos
Mi soledad deshoja su otoño triste
Me duele en los ocres… tu olvido
«Herida azul, por tí se me va la vida
Soñando ese sueño que nunca será…»

Tradução da letra

Onde nasce o vento
Da barriga azul das vidalas
Anda a tua voz, ferida de vindimas tristes
Voltando à tarde, cansada
Para iluminar a noite nas guitarras sozinhas
Que cantam esquecimentos para não chorar
Onde o rio morre
Cantando sua canção de areia
Cego e azul eu vou caminho da tua sombra
Afundado no vento, doeu
Por alcançar a lua em seu olhar limpo
Que acende o outono da minha solidão
Dói me ver te estranha à minha dor calada
Longe de mim, do anjo que nos vigiava
Os primeiros sonhos, a infância
Do Tempo azul quando a tua voz estava livre
E abria na aurora madura e frutada
Por ver o teu brilho voltei
Como o vento norte volto
Querido o azul do dia partiu me a alma
Eles me envolvem distâncias OLV esquecidos
Para enterrar este antigo sonho meu
Que morre o Westeros da solidão
Voltei à procura dos teus olhos
A tíbia espiga de suas mãos
Minha solidão desfaz seu outono triste
Dói-me nos ocres tu o teu esquecimento
"Ferida azul, por ti a minha vida desaparece
Sonhando esse sonho que nunca será…»