Rage — Flowers That Fade in My Hand letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Flowers That Fade in My Hand" de Rage.

Letra

Do you know, it scared me to death
When I first saw you right after this
Your face so pale on that sheet in that chest
Really, man, it scared me to death
They called in the morning
Told me you had died last night
I cried my eyes out
The sorrow blinded me for light
Like flowers that fade in my hands
Everywhere I feel your presence
I’ve grown since you left, you must be inside me Sometimes I hear you talking
though my mouth
And sometimes I know you’re seeing through my eyes
The father I once knew
Has become a close friend
The skill in my hand
It makes me understand that we’re
Like flowers that fade in my hands
Mother said you would have liked
To stay a little longer
I don’t want to think about
What could have been or not
Now I know you haven’t gone
You’re still here by my side
Into every straw of grass
Or in the fading light
I wouldn’t mind to follow you
Any time or day
And inbetween, I’ve gotta go A long and winding way
Now I know that death has no scares
Within the remains I’ve got my share
And I know my death has no scares
There is no mysterium for someone who dares to die
And when I’m with you
Next to the flowers on your grave
It’s such a comfort
To feel the earth that leads to you
Like flowers that grow from you hands…

Tradução da letra

Sabes, assustou-me de morte.
Quando te vi pela primeira vez, logo a seguir a isto.
A tua cara está tão pálida naquele Lençol no peito.
A sério, meu, assustou-me de morte.
Eles ligaram de manhã.
Disse - me que tinhas morrido ontem à noite.
Chorei os meus olhos
A tristeza cegou-me pela luz
Como flores que se desvanecem nas minhas mãos
Onde quer que sinta a tua presença
Cresci desde que te foste embora, deves estar dentro de mim às vezes ouço-te a falar
embora a minha boca
E às vezes sei que estás a ver através dos meus olhos
O pai que conheci
Tornou-se um amigo próximo
A habilidade na minha mão
Faz-me entender que somos
Como flores que se desvanecem nas minhas mãos
A mãe disse que terias gostado.
Para ficar um pouco mais
Não quero pensar nisso.
O que poderia ter sido ou não
Agora sei que não foste.
Ainda estás aqui ao meu lado.
Em cada palha de grama
Ou à luz do desvanecimento
Não me importava de te seguir.
A qualquer hora ou dia
E no meio, tenho de ir por um caminho longo e sinuoso
Agora sei que a morte não tem medo
Dentro dos restos tenho a minha parte
E sei que a minha morte não tem medo
Não há mistério para alguém que se atreve a morrer.
E quando estou contigo
Ao lado das flores na tua sepultura
É um grande conforto.
Sentir a terra que te leva
Como flores que crescem das tuas mãos…