Raf — Gente di mare letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Gente di mare" de Raf.
Letra
A noi che siamo gente di pianura —
navigatori esperti di citta
il mare ci fa sempre un po' paura —
per quell’idea di troppa liberta.
Eppure abbiamo il sale nei capelli
del mare abbiamo le profondita
e donne infreddolite negli scialli —
che aspettano che cosa non si sa.
Gente di mare che se ne va — dove gli pare dove non sa.
Gente che muore di nostalgia
ma quando torna dopo un giorno muore
per la voglia di andare via.
Gente di mare — e quando ci fermiamo sulla riva
gente di mare — lo sguardo all’orizzonte se ne va
gente di mare — portandoci i pensieri alla deriva
per quell’ideal di troppa liberta.
Gente di mare che se ne va — dove gli pare dove non sa.
Gente corsara che nin c’e piu
gente lontana che porta nel cuore questo grande fratello blu.
Al di la del mare c’e qualcuno che
c’e qualcuno che non sa niente di te.
Gente di mare che se ne va — dove gli pare dove non sa.
Noi prigionieri in queste citta
viviamo sempre di oggi e di ieri inchiodati dalla realta
e la gente di mare va.
Gente di mare che se ne va — dove gli pare dove non sa.. ..
Tradução da letra
Para nós, que somos povos da planície —
navegadores da cidade experientes
o mar sempre nos assusta um pouco —
essa ideia de demasiada liberdade.
No entanto, temos sal no cabelo.
do mar temos as profundezas
e mulheres frias em Xailes —
à espera do que não sabes.
Marinheiros que vão para onde querem, onde não sabem.
Pessoas a morrer de nostalgia
mas quando ele volta depois de um dia ele morre
por querer ir embora.
Marinheiros-e quando pararmos na costa
marinheiros-o olhar no horizonte deixa
marítimos-desviando os nossos pensamentos
por esse ideal de demasiada liberdade.
Marinheiros que vão para onde querem, onde não sabem.
Povo corsara que nin há mais
pessoas distantes com um irmão azul no coração.
Além do mar há alguém que
há alguém que não sabe nada sobre ti.
Marinheiros que vão para onde querem, onde não sabem.
Somos prisioneiros nestas cidades.
vivemos sempre hoje e ontem pregados pela realidade
e os marinheiros vão.
Marinheiros que vão para onde querem, onde não sabem.. ..