Radical Face — The Ship in Port letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Ship in Port" de Radical Face.
Letra
Some say our dreams are a distant road
Down which our hearts would like to go But I have always stayed in place
Under that old illusion that it’s safe
You said the ship in port is the safer one
But it’s not the reason it was made
So forgive me if I wander off
And forgive me more if I just stay
Sing another song for the lost ones
We’re the ones who need it the most
Every time you run it’ll cost ya'
But it doesn’t stop us running
If a coward dies a thousand times
Then there’s a graveyard in my head
'Cause it took me years to say the words
That you did not even need said
Sing another song for the lost ones
We’re the ones that need it the most
Nothin' that you fear is forgotten
It follows you around like
Then everything danced to a stranger tune
And we found our song and we found our truth
And now that we know it’s that we always knew
Farewell to the chains we were born into
And as we danced among the ashes of our lives
We laughed it off
And then we burned our tiny worlds and found the ocean
Just beyond those paper walls
Tradução da letra
Alguns dizem que os nossos sonhos são um caminho distante
Abaixo do qual os nossos corações gostariam de ir, mas eu sempre fiquei no lugar
Sob essa velha ilusão de que é seguro
Disseste que o navio no porto é o mais seguro.
Mas não foi por isso que foi feito.
Por isso, perdoa-me se me afastar
E perdoa-me mais se eu ficar
Canta outra canção para os perdidos
Nós é que precisamos mais dele.
Cada vez que fugires, vai custar-te.
Mas isso não nos impede de fugir.
Se um covarde morrer mil vezes
Depois há um cemitério na minha cabeça
Porque demorei anos a dizer as palavras
Que nem sequer precisaste de dizer
Canta outra canção para os perdidos
Nós é que precisamos mais dele.
Nada que receies é esquecido
Segue-te como
Então tudo dançou a uma melodia estranha
E encontramos a nossa canção e encontramos a nossa verdade
E agora que sabemos é que sempre soubemos
Adeus às correntes em que nascemos
E enquanto dançávamos entre as cinzas das nossas vidas
Rimo-nos muito.
E depois queimámos os nossos pequenos mundos e encontrámos o oceano.
Para lá daquelas paredes de papel.