Quinto parpadeo — La lluvia y mas cosas del alma letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La lluvia y mas cosas del alma" de Quinto parpadeo.

Letra

Cosillas del alma que hacen llover
La esperanza en saber creer en ti
Y lo he podido ver
La verdad del buen querer
¡Pero que nunca jamás pare de llover!
Lluvia de julio
Parece que va a caer el cielo
Sobre el gris asfalto
Huele a tierra mojada
¡azul del mar!
De espuma se vuelve la ciudad
Parece que va a caer
¡noche mojada!
Unas risas, recogemos
Y aquí no ha pasao nada
Parece que va a caer
¡noche mojada!
Al calor, al calor
Se seca la colada
Lluvia de invierno
Tú no me dejabas ver el cielo
Hielo entre aguaceros
Ahora, al calor del fuego
¡luz y color!
Un trueno nos anuncia el chaparrón
Parece que va a caer
¡Noche mojada!
Parece que va a caer
¡noche mojada!
Al calor, al calor
Se seca la colada
Y siento
Que el agüita en la plaza
Ha parao el tiempo
Y pienso
Que ya no puede pasar
Ni un minuto más
Y siento
Que el agüita en la plaza
Ha parao el tiempo
El tiempo que yo me invento
Cuando la luz de farolas
Me esconde la verdad
Lluvia, lluvia, cae fresquita
Sobre los charcos
De los hielos derretidos va
¡Agüita, agüita!
De esa no, de la que pega
Pero no pica
Apunta alto, al corazón
No a la cabeza
Que de uniforme no me vas
A echar de aquí
Que si hoy me voy
Mañana vuelvo con más fuerza
Que las paredes me guardan el eco
¡ay! ten cuidao y si disparas
Apunta alto al corazón, no a la cabeza;
Con más de 2 y 3 palabras
Me hablas alto al corazón
No a la cabeza
Que si no existe cazador
No existe presa
Apunta alto al corazón
Apunta alto al corazón
Y siento
Que el agüita en la plaza…
Cuando las cosas del alma
Se traducen en un verso
Y los hombres utilizan
El lenguaje como medio
Se recupera la esencia
De los antiguos misterios
Y se airean las razones
De los ingenuos secretos
Cuando las cosas del alma
Rompen con el silencio
Y el hombre se hace mas hombre
Al arañarse por dentro
Su mundo se descompone
Para crearse de nuevo
Y se comparte la vida
Y se contagian los sueños
Cuando las cosas del alma
No se toman tan en serio
Y los mundos se reducen
A cuestiones de dinero
La vida pierde el sentío
Y pierde los argumentos
Los hombres empèqueñecen
Y se sienten como los cerdos
Y siento…
Y pienso…

Tradução da letra

Coisas da alma que fazem chover
A esperança em saber acreditar em ti
E eu pude ver
A verdade do bom querer
Mas que nunca pare de chover!
Chuva de julho
Parece que o céu vai cair
Sobre o cinza asfalto
Cheira a terra molhada
azul do mar!
Espuma torna-se a cidade
Parece que vai cair
noite molhada!
Algumas risadas, nós coletamos
E aqui não aconteceu nada
Parece que vai cair
noite molhada!
Ao calor, ao calor
Seca a roupa
Chuva de inverno
Não me deixavas ver o céu
Gelo entre Aguaceiros
Agora, ao calor do fogo
luz e cor!
Um trovão nos anuncia o chaparron
Parece que vai cair
Noite molhada!
Parece que vai cair
noite molhada!
Ao calor, ao calor
Seca a roupa
E sinto
Que o agüita na praça
Parou o tempo
E penso
Que já não pode acontecer
Nem mais um minuto
E sinto
Que o agüita na praça
Parou o tempo
O tempo que eu inventei
Quando a luz de rua
Esconde Me a verdade
Chuva, chuva, cai fresquinha
Sobre as poças
Dos gelos derretidos vai
Agüita, agüita!
Dessa Não, daquela que bate
Mas não coça
Aponta para o coração
Não na cabeça
Que de uniforme não me vais embora
Vamos embora daqui
Que se hoje me for embora
Amanhã volto com mais força
Que as paredes me guardam o eco
ai! toma conta e se dispares
Aponta alto para o coração, não para a cabeça;
Com mais de 2 e 3 palavras
Falas alto ao meu coração
Não na cabeça
Que se não existe caçador
Não há presa
Aponta alto para o coração
Aponta alto para o coração
E sinto
Que o agüita na praça…
Quando as coisas da alma
Eles são traduzidos em um verso
E os homens usam
A linguagem como meio
Ele recupera a essência
Dos antigos mistérios
E as razões são arejadas
Dos segredos ingênuos
Quando as coisas da alma
Rompem com o silêncio
E o homem torna se mais Homem
Ao arranhar por dentro
Seu mundo se decompõe
Para se criar de novo
E a vida é compartilhada
E os sonhos são contagiados
Quando as coisas da alma
Não se levam tão a sério
E os mundos são reduzidos
A questões de dinheiro
A vida perde o sentimento
E perde os argumentos
Os homens empèqueñecem
E eles se sentem como porcos
E sinto…
E penso…