Propagandhi — Ordinary People Do Fucked-Up Things When Fucked-Up Things Become Ordinary letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Ordinary People Do Fucked-Up Things When Fucked-Up Things Become Ordinary" de Propagandhi.

Letra

Seems like they cant feel a thing
Ordinary people do fucked up things
When fucked up things become ordinary
I cant promise utopia or a better world
I have no clever lures
No harsh punishment if you don’t bite the hook
It’s a world of shit or bust
There’s no escape from disappointment
When you commit your heart and soul
To earning your place
Someone else will have to cheer you on What are you capable of?
You can be the one to string them up and beat them to death
When you cut the bodies down
You’ll see the face of your failure and shame
This is a world of professional liars
A bleating chorus of tempered truths
Who like pealing church bells, echo its virtues
Sung over and over and over again
Rotting at the bottom is better than living as a liar
I cant find a meaning in this great achievement
When you commit heart and soul to earning your place
Opportunity kills common sense

Tradução da letra

Parece que não sentem nada
As pessoas comuns fazem coisas maradas.
Quando as coisas se tornam normais
Não posso prometer utopia ou um mundo melhor.
Não tenho nenhuma isca inteligente.
Sem punição severa se não morderes o gancho
É um mundo de merda ou nada
Não há como escapar da desilusão.
Quando entregares o teu coração e a tua alma
Para ganhar o teu lugar
Outra pessoa terá de te apoiar no que és capaz?
Podes ser tu a enforcá-los e espancá - los até à morte.
Quando cortares os corpos
Vais ver a cara do teu fracasso e vergonha
Este é um mundo de mentirosos profissionais.
Um coro de verdades temperadas
Que gostam de tocar sinos de Igreja, ecoam as suas virtudes
Cantada vezes sem conta
Apodrecer no fundo é melhor do que viver como um mentiroso.
Não consigo encontrar um significado nesta grande conquista
Quando entregares o teu coração e a tua alma a ganhar o teu lugar
A oportunidade mata o senso comum