Pooh — Città proibita letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Città proibita" de Pooh.

Letra

Luna piena a Tien An Men
Stai con me, di cos’hai paura
Di un soldato che beve il tè
E si fa le foto
Sul cannone di un carro armato
Tutto il mondo ci guarda ormai
E il governo non vuole guai
Fanno i duri ma tremano
Abbracciami
Fra un anno sarò ingegnere
Porterò mio padre in città, piangeremo dal ridere
Lui crede ancora
Che sia come ventanni fa
Biciclette e bandiere al sole
Con la gente vestita uguale
Noi cambiamo le regole
Da adesso in poi
Giuro che il futuro è vita
Questa è la città proibita
Ma i ragazzi non sbagliano
Siamo più di un miliardo, sai
Giuro che non siamo pazzi
Giuro che non siamo eroi
Gli eroi muoiono giovani
Non è quel che vogliamo noi
Noi vogliamo volare oltre quella muraglia, prima di essere vecchi
Che ci passi la voglia
Non pioverà su questa piazza
Quelli là sono lampi di caldo
Temporali che scoppiano
Che scappano
Sopra il riso e le fabbriche
Generali è domani ormai
E il domani qui siamo noi
Che cambiamo le regole
Da adesso in poi
Ma quei fari
Che girano
Come mai, anche i cani han paura, e le radio non suonano
Perché i soldati
Sono in piedi e non ridono più
Questo vento di polvere
Sulla luna di Tien An Men
Cosa sta per succedere
Abbracciami

Tradução da letra

Lua cheia em Tien An Men
Fica comigo, do que tens medo?
De um soldado a beber chá
E tiras fotografias
No canhão de um tanque
O mundo inteiro está a observar-nos agora.
E o governo não quer problemas.
Eles jogam duro mas eles tremem
Abracar
Daqui a um ano serei engenheiro.
Vou levar o meu pai para a cidade, vamos chorar de riso
Ele ainda acredita
Que seja como há 20 anos atrás
Bicicletas e bandeiras ao sol
Com pessoas vestidas da mesma maneira
Mudamos as regras
A partir de agora
Juro que o futuro é a vida
Esta é a Cidade Proibida.
Mas os rapazes não estão errados.
Somos mais de um bilião.
Juro que não estamos loucos.
Juro que não somos heróis.
Os heróis morrem jovens.
Não é o que queremos.
Queremos voar sobre aquela parede antes de sermos velhos.
Deixem passar a marca de nascença
Não choverá nesta praça.
Aqueles há flashes de calor
Tempestades que rebentam
Que fogem
Sobre o arroz e as fábricas
Generali é amanhã agora
E amanhã aqui estamos
Que mudemos as regras
A partir de agora
Mas aqueles faróis ...
Fiacao
Como é possível, até os cães têm medo, e os rádios não soam
Porquê soldados?
Estão de pé e já não se riem.
Este vento do pó
Na lua de Tien um homem
O que vai acontecer
Abracar