Poncho K — Pistolas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Pistolas" de Poncho K.

Letra

Aunque la tarde es sombría
Y tu boca no sonría
No te precupes aun tienes
Las manos pa' darte mofletes
Que ya de tanto llorar
Tienes los ojos que son
Dos puñalás en un cartón
Corro sin tregua y me escucho revuelta, si no paro por los palos que me han
vuelto majareta, sé baston en mi camino y faro que nunca encuentro
Y suelto yo las pistolas
Pa’limpiarme en las puñetas
Los chorros de alguna trola
Y suelto yo las pistolas…
Sin un tropezón me desborda
Me agazapo en los corrales
Del trajín de la memoria
Y suelto yo las pistolas…
Siento el calor a veces reposo de la inquietud, quisiera quedarme en el libre
albedrío del oleaje cuando susurra catombes
La existencia nunca se despeina
Que va ste sin camino enamorado
Que extraña la mirada de quién busca, que rica tu saliva en la llegada
Y suelto yo las pistolas
Pa’limpiarme la conciencia
Revolcao entre amapolas
Suelto yo las pistolaaaas…

Tradução da letra

Embora a tarde seja sombria
E a tua boca não sorria
Não te precupes ainda tens
Mãos para dar-te fofocas
Que já De tanto chorar
Tens os olhos que são
Dois punhais em um cartão
Corro sem trégua e ouço-me revolta, se não paro pelos paus que me têm
voltou majareta, sei baston no meu caminho e farol que nunca encontro
E eu solto as armas
Pa'limpar - me na merda
Os jactos de alguma trola
E eu solto as armas…
Sem um tropeço eu transborda
Agazapo me nas canetas
Do trajín da memória
E eu solto as armas…
Sinto o calor às vezes repouso da inquietação, gostaria de ficar no livre
arbítrio do swell quando sussurra catombes
A existência nunca descasca
Que vai ste sem caminho apaixonado
Que estranho o olhar de quem procura, que rica a tua saliva na chegada
E eu solto as armas
Pa'limpar-me a consciência
Chafurdar entre papoilas
Eu solto as pistolaaaas…