Plácido Domingo — La Flor De La Canela, Que Nadie Sepa Mi Sufrir, Amarraditos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "La Flor De La Canela, Que Nadie Sepa Mi Sufrir, Amarraditos" de Plácido Domingo.

Letra

Déjame que te levante, limeña,
Déjame que te diga la gloria
Del ensueño que evoca la memoria,
Del viejo puente, el río y la lameda.
Déjame que te levante, limeña,
Ahora que aún perfuma el recuerdo,
Ahora que aún se mece en un sueño
El viejo puente, el rio y la lameda.
Jazmines en el pelo y rosas en la cara,
Airosa caminaba la flor de la canela,
Derramaba lisura, y a su páso dejaba
Áromas de mistura que en el pecho llevaba.
Del puente a la lameda
Menudo pié la lleva
Por la vereda que se estremece
Al ritmo de su cadera,
Recogía la risa de la brisa del río
Y al viento la lanzaba del puente a la lameda.
Déjame que te cuente, limeña,
Ay, deja que te diga, morena, mi pensamiento
A ver si así despiertas del sueño,
Del sueño que entretiene, morena, tus sentimientos.
Aspira de la lisura que dá la flor de canela,
Adónala con jazmines, matizando su hermosura,
Alfombra de nuovo el puente y engalana la lameda
Que el río acompasará su paso por la vereda.
Que nadie sepa mi sufrir (let no-one know my suffering)
No te asombres si te digo lo que fuiste
Una ingrata con mi pobre corazón,
Porque el fuego de tus lindos ojos negros
Alumbraron el camiño de otro amor,
Y pensar que te adoraba tiernamente,
Que a tu lado como nunca me sentí.
Amor de mis amores,
Reina mía,
Que me hiciste,
Que no puedo
Conformarme sin poderte contemplar,
Ya que pagaste mal a mi carño tan sincero
Lo que conseguirás
Que no te nombre nunca más.
Amor de mis amores,
Si dejaste
De quererme,
No hay cuidado
Que la gente
De ésto no se enterará,
Que gano con decir que una mujercambió mi suerte,
Se burlarán de mí.
Que nadie sepa me sufrir.

Tradução da letra

Deixa-me levantar-te, limeña,
Deixa me dizer te a glória
Do sonho, que evoca a memória,
Da velha ponte, do rio e da lameda.
Deixa-me levantar-te, limeña,
Agora que ainda perfuma a memória,
Agora ele ainda balança em um sonho
A velha ponte, o rio e a lameda.
Jasmim no cabelo e rosas no rosto,
Airosa caminhava a flor da canela,
Derramava lisura, e ao seu Paso deixava
Áromas de mistura que no peito usava.
Da ponte à lameda
Que Pé ele usa
Pela vereda que estremece
Ao ritmo do quadril,
Recolhia o riso da brisa do rio
E ao vento a lançava da ponte à lameda.
Deixa-me contar-te, limeña,
Deixa-me dizer-te, morena, o meu pensamento
Vê se acordas assim do sono,
Do sonho que entretém, morena, seus sentimentos.
Aspira da lisura que dá a flor de canela,
Adoná-la com jasmim, matizando sua beleza,
Tapete de nuovo a ponte e engalana a lameda
Que o rio acompanhará sua passagem pela calçada.
Que ninguém saiba o meu sofrimento (let no-one know my suffering)
Não te espantes se te disser o que foste
Uma ingrata com o meu pobre coração,
Porque o fogo dos teus lindos olhos negros
Iluminaram o camião de outro amor,
E pensar que te adorava ternamente,
Que ao teu lado como nunca me senti.
Amor dos meus amores,
Minha rainha,
O que me fizeste,
Que não posso
Contentar me sem te poder contemplar,
Já que pagaste mal ao meu bébé tão sincero
O que você vai conseguir
Que nunca mais te nomeie.
Amor dos meus amores,
Se você deixou
De me amar,
Não há cuidado
Que as pessoas
Não vai saber disto,
O que ganho com dizer que uma mulhermudou minha sorte,
Vão gozar comigo.
Que ninguém saiba me sofrer.