Pierre Perret — Le service militaire letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Le service militaire" de Pierre Perret.
Letra
C’est bien parce que j’aime autant l’armée que les flics
Que mes couplets d’un mauvais goût systématique
Vous racontent en trois coups de gamelle
Trois petits tours dans une poubelle
Comment on se retrouve à vingt ans
Crétin hilare et décadent
Qu’est-ce qu’on rit.
Au service militaire
C’est merveilleux mes amis
J’aime ma mère la patrie
Je la servirai toute la vie
Sa langue épaisse était chargée comme un mulet
La voix cassée par les ballons de muscadet
Le chef qui sentait la choucroute
Gueulait des j’en ai rien à foutre
Quand quelqu’un lui disait bonsoir
Il répondait j’veux rien savoir
Quand le major nous parle d’hygiène on voit ses crocs
Plus noirs que la conscience de mon imprésario
On devine à son haleine discrète
Qu’y se les brique avec une chaussette
Y peut voir Chicago content
C’est pas lui qu’on traitera de sale blanc
Y a un musclé il a demandé à rempiler
L’est si ouvert que dans le civil tout lui est fermé
Quand il nage dans la vinasse
Y nous sort des plaisanteries grasses
Et la photo de sa Marion
A poil comme un morceau de savon
Je rencontre parfois des vieux poteaux d’antan
Qui se tapent sur les cuisses en parlant du vieux temps
Si je réprime ma tristesse
Mon envie de leur botter les fesses
C’est qu’au prochain casse-pipe joyeux
Y faudra bien des mecs comme eux
Aujourd’hui on nous prétend que tout va changer
Que pour être intelligent suffisait d’y penser
Les casernes feront peau neuve
On va placarder ce chef-d' uvre
Ordre aux gradés bêtes et méchants
D'être un peu moins cons qu’avant
Tradução da letra
É bom porque eu amo o exército tanto quanto a polícia.
Que os meus cupões de um mau gosto sistemático
Digo-te em três tacadas da tigela
Três pequenos truques num caixote do lixo
Como nos encontramos aos vinte
Idiota hilariante e decadente
De que estamos a rir?
Em serviço militar
É maravilhoso, meus amigos.
Eu amo a minha pátria
Servi-la-ei toda a minha vida.
A sua língua espessa estava carregada como uma mula.
A voz quebrada pelos balões de muscadet
O chef que cheirava a chucrute
Estou-me nas tintas.
Quando alguém lhe disse boa noite
Ele estava a responder. Eu não quero saber nada.
Quando o major nos fala de higiene, vemos as suas presas.
Mais negra que a consciência do meu empresário
Achamos que com a sua respiração discreta
Vamos bater-lhes com uma meia.
Você pode ver o conteúdo de Chicago
Não é a ele que vamos chamar de branco sujo.
Há um músculo que ele pediu para encher.
O é tão aberto que no civil tudo está fechado para ele
Quando ele nada no vinagre
Lá temos piadas sobre gordos.
E a foto da sua Marion
Cabelo como um pedaço de sabão
Às vezes encontro velhos polacos do passado
Que se dão palmadinhas nas coxas a falar dos velhos tempos
Se eu suprimir a minha tristeza
O meu desejo de dar cabo deles.
É só o próximo Broche Alegre.
São precisos muitos tipos como eles.
Hoje dizem - nos que tudo vai mudar.
Isso para ser inteligente foi o suficiente para pensar nisso.
As casernas farão uma nova pele.
Vamos montar esta obra-prima.
Ordem para a besta e para as fileiras do mal
Ser um pouco menos estúpido do que antes