Pierre Bachelet — On Ne Sera Jamais Grand letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "On Ne Sera Jamais Grand" de Pierre Bachelet.
Letra
Où sont les gosses qui jouaient dans ma rue
Où sont les gosses que sont-ils devenus
On s'était caché un jour
Pour fumer des Camel dans la cour des grands
J’ai jamais toussé autant
Où sont les gosses qui jouaient dans ma rue
A faire tout ce qui était défendu
On s’est fait piqué souvent
Voir des films interdits aux moins de dix huit ans
On avait pas peur des grands
Jouer les durs
En gravant nos noms sur les murs
Faire des mariages de sang
Et puis tirer la langue aux passants
Des petits menteurs
Innocents comme des enfants de ch ur
Lequel de vous a versé
De l’encre dans le bénitier
J’ai vu les gosses qui jouaient dans ma rue
Attendez moi je vous ai reconnu
J’ai pas vu passer le temps
Et j’ai l’impression que tout est comme avant
On ne sera jamais grand
J’suis toujours gosse et même si je n’ose plus
Avec des gosses faire des coups dans la rue
J’ai rien oublié du tout
J’tire encore les sonnettes comme un vrai voyou
Et j’prends mes jambes à mon cou
On ne sera jamais grand
Tradução da letra
Onde estão os miúdos que brincavam na minha rua?
Onde estão as crianças no que se tornaram
Escondemo-nos uma vez.
Para fumar camelo no pátio do grande
Nunca tossi tanto.
Onde estão os miúdos que brincavam na minha rua?
Fazer tudo o que era proibido
Fomos muito picados.
Ver filmes proibidos com menos de dezoito anos
Não tínhamos medo dos grandes.
Jogar com força
Gravando os nossos nomes nas paredes
Fazer casamentos sangrentos
E, em seguida, puxar a língua para os transeuntes-por
Pequenos Mentirosos.
Inocentes como crianças de Chu
Qual de vocês pagou?
Ink in the Blessed One
Vi os miúdos a brincar na minha rua.
Espera por mim, eu reconheci-te.
Não vi o tempo passar.
E sinto que tudo é como antes
Nunca seremos grandes
Ainda sou uma criança e mesmo que não me atreva
Com crianças a fazer golpes na rua
Não me esqueci de nada.
Ainda estou a tocar os sinos como um verdadeiro rufia.
E levo as pernas até ao pescoço
Nunca seremos grandes