Philippe Uminski — Folie Quelque Part letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Folie Quelque Part" de Philippe Uminski.

Letra

C’est pas vous madame,
Pas vous qui m'étouffez
De votre jolie foudre,
De vos anges parfums.
C’est pas vous madame.
C’est juste mon âme,
Mon âme qui ne respire pas.
C’est pas vous madame,
Qui m’avez emballé,
Qui m’avez arraché,
Moi qu’on n’arrache pas.
C’est pas vous madame.
C’est la pente qui s’aggrave,
Celle en dessous de moi.
C’est pas vos lèvres
C’est pas votre âge
C’est pas votre grâce, douce, velours
Pas votre humour qui me décourage.
C’est mes matins qui crèvent
De caresser l’ennui.
Tout s’est barré, même l’envie,
Depuis que je me sens vague poussière.
Moi je flotte à l’infini.
Paraît même que je suis
Folie quelque part !
C’est pas vous madame,
Pas vous qui me glaçez,
De vos boules à facettes sur vos ongles carrés
C’est pas vous madame.
C’est juste mon âme,
Mon âme qui meurt de froid.
C’est pas vos lèvres, qui parlent trop.
Elles, qui prennent le soin de m’embrasser.
C’est pas vos mains, devenues des pelles
A force de m’avoir ramassé.
Non ! C’est pas ça, Madame !
C’est mes matins qui craignent
D'être inaptes à aimer.
Non ! C’est pas vous madame !
C’est Flore qui a compté.
Flore, pas raisonnable, Flore
Qui m’a remplacé,
Qui est très heureuse, sûrement !
Qui (ne) perd plus son temps.
Flore, qu’on me dit d’oublier,
Qu’on me dit d’oublier,
Qu’on me dit d’ou didou, didou didou
Mais non, Madame !
Je sais que votre c ur n’est pas un jouet.
D’ailleurs, mes matins saignent de toute ma lâcheté.
(Merci à Romain pour cettes paroles)

Tradução da letra

Não é a senhora.,
Não és tu que me sufocas.
Do teu lindo relâmpago,
Dos teus anjos de perfume.
Não é a senhora.
É só a minha alma,
A minha alma que não respira.
Não é a senhora.,
Que me embalou,
Que me arrebatou,
Não quero ser enganado.
Não é a senhora.
É o declive que piora,
O que está por baixo de mim.
Não são os teus lábios
Não é a tua idade.
Não é Vossa Graça, doce, veludo
Não é o teu humor que me desencoraja.
São as minhas manhãs que morrem
Acariciar o tédio.
Tudo se foi, até a inveja,
Desde que sinto pó vago.
Flutuo até ao infinito.
Até ouvi dizer que estou
Loucura algures !
Não é a senhora.,
Não és tu que me Congelas.,
Das tuas bolas facetadas às tuas unhas quadradas
Não é a senhora.
É só a minha alma,
A minha alma moribunda.
Não são os teus lábios que falam muito.
Eles, que cuidam de me beijar.
Não são as tuas mãos, tornam-se pás.
Porque me foste buscar.
Não ! Não é isso, senhora !
São as minhas manhãs que têm medo
Ser incapaz de amar.
Não ! Não é a senhora !
Foi a flora que contou.
Flora, não é razoável, Flora.
Que me substituiu,
Que é muito feliz, certamente !
Que perde o seu tempo.
Flora, que me dizem para esquecer,
Que me dizem para esquecer,
Que me falam de TI, didou
Mas não, Senhora !
Sei que o teu coração não é um brinquedo.
Além disso, as minhas manhãs estão a sangrar com toda a minha covardia.
(Obrigado a Romain por estas palavras)