Philip Glass — The Poet Acts letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Poet Acts" de Philip Glass.
Letra
The poet acts like if there is no present,
the mind moves back and forth,
trying to distinguish simplicity.
There are no look backs nor verification,
the meaning it is not memorized:
there are no plans for composition.
Grammar gets lost in a valley.
Analysis perishes;
only truth is searched.
But what is truth really?
That cannot be determined.
Most of the poet acts walk near by the words love, freedom, sadness,
melancholy and self-awareness;
while others
struggle to find the voice
that once seemed clear
and now is completely forgotten.
The poet battles his way out from an emotional highway,
with drastic turns,
endless yellow lights, highlighted speed limits,
altering what once was
a smooth and unstoppable drive.
The acts dissipate between thoughts that put in question
what started with inspiration.
The poet has no map and no guidelines.
The mind travels deep down,
searching for the unknown.
It might be even possible
that nothing would come back at all as the written word,
maybe the emotion does not get exposed and all becomes
a lying fact
waiting to be broken and scrutinized.
Truth happens by accident.
Our illusory world tricks us in thinking we did find meaning,
but life does not care
at all.
The poet acts, similar to pieces of paper, are there,
in plain sight,
waiting to be judge for their content,
even when there may be,
in blank pages,
nothing to tell…
Tradução da letra
O poeta age como se não houvesse presente,
a mente move - se para trás e para a frente,
a tentar distinguir a simplicidade.
Não há olhar para trás nem verificação,
o significado não está memorizado:
não há planos para a composição.
A gramática perde-se num vale.
Análise perece;
só a verdade é procurada.
Mas o que é a verdade?
Isso não pode ser determinado.
A maioria dos atos do poeta caminham perto das palavras amor, liberdade, tristeza,
melancolia e autoconsciência;
enquanto outros
luta para encontrar a voz
que uma vez pareceu claro
e agora está completamente esquecido.
O poeta luta para sair de uma estrada emocional,
com curvas drásticas,
luzes amarelas intermináveis, limites de velocidade realçados,
alterar o que outrora foi
uma condução suave e imparável.
Os atos dissipam-se entre os pensamentos que põem em causa
o que começou com inspiração.
O poeta não tem Mapa nem orientações.
A mente viaja lá no fundo,
à procura do desconhecido.
Pode até ser possível.
que nada voltaria como a palavra escrita,
talvez a emoção não fique exposta e tudo se torne
um facto mentiroso.
à espera de ser quebrada e escrutinada.
A verdade acontece por acidente.
O nosso mundo ilusório engana-nos ao pensar que encontrámos significado.,
mas a vida não se importa
de todo.
Os atos do poeta, semelhantes aos pedaços de papel, estão lá,
à vista de todos,
esperando para ser juiz por seu conteúdo,
mesmo quando pode haver,
em páginas em branco,
nada a dizer…