Peter, Paul And Mary — Le Deserteur letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Le Deserteur" de Peter, Paul And Mary.
Letra
Men whose names are great, I am writing you a letter
That you will read perhaps If you have the time
Men whose names are great, I don’t want to do that
I am not on Earth To kill miserable Mankind…
Messieurs qu’on nomme grands, Je vous fais une lettre
Que vous lirez peut-être Si vous avez le temps
Je viens de recevoir Mes papiers militaires
Pour aller à la guerre Avant Mercredi soir
Messieurs qu’on nomme grands Je ne veux pas la faire
Je ne suis pas sur terre Pour tuer les pauvres gens
Il n’faut pas vous fâcher Mais Il faut que je vous dise
Les guerres sont des bêtises Le monde en a assez
Depuis que je suis né J’ai vu mourir des frères
J’ai vu partir des pères Et des enfants pleurer
Les mères ont trop souffert Quand d’autres se gobergent
Et vivant à leur aise Malgré la boue de sang
Il y’a les prisoniers On a volé leurs âmes
On a volé leurs femmes Et tout le cher passé
Demain de bon matin Je fermerai la porte
Au nez des années mortes J’irai par les chemins
Je mendierai ma vie Sur la terre et sur l’onde
Du vieux au nouveau monde Et je dirai aux gens
Profitez de la vie Eloignez la misère
Les hommes sont tous des frères Gens de tous les pays
S’il faut verser le sang Allez verser le vôtre
Messieurs les bons apôtres Messieurs qu’on nomme grands
Si vous me poursuivez Prévenez vos gendarmes
Que je serai sans armes Et qu’ils pourront tirer
Et qu’ils pourront tirer
Tradução da letra
Homens cujos nomes são fantásticos, estou a escrever-te uma carta.
Que você vai ler talvez se você tiver tempo
Homens cujos nomes são óptimos, não quero fazer isso.
Não estou na terra para matar a humanidade miserável.…
Cavalheiros que se chamam grandes, escrevo-vos uma carta.
Que podes ler se tiveres tempo
Acabei de receber os meus papéis militares.
Para ir para a guerra antes de quarta-feira à noite
Cavalheiros a quem chamamos "grande", não quero fazê-lo.
Não estou na terra para matar pobres.
Não deves estar zangado, mas tenho de te dizer.
As guerras são um disparate o mundo já teve o suficiente
Desde que nasci, vi irmãos morrerem.
Vi pais e crianças a saírem a chorar.
As mães já sofreram demais quando os outros comem.
E vivendo à vontade apesar da lama do sangue
Há prisioneiros que roubamos as suas almas.
Roubámos-lhes as mulheres e todo o passado caro.
Amanhã de manhã vou fechar a porta.
No nariz dos anos mortos seguirei pelos caminhos
Vou implorar pela minha vida na terra e na onda
Do velho ao novo mundo e direi às pessoas
Aproveite a vida longe da miséria
Os homens são todos irmãos pessoas de todos os países
Se tens de derramar o sangue vai derramar o teu
Cavalheiros os bons Apóstolos cavalheiros que são chamados de grandes
Se me perseguires, avisa os teus guardas.
Que estarei sem armas e que eles serão capazes de disparar.
E que eles serão capazes de disparar