Pedro Infante — El Azotón letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "El Azotón" de Pedro Infante.
Letra
Yo soy de esos que
A la vida cada día
Le doy mas gusto
Porque no tengo compromiso
Ni con una ni con tres
Me divierto con las tontas
Nada mas pa darle susto
Pa que agarren experiencia
Y se puedan defender
Me divierto a mi manera
Sin echarme obligaciones
Y me dejo que me quieran
Sin decir ni si ni no
Y así tengo la conciencia
Limpiecita de razones
Y no tengo que buscarle
Mucho ruido al chicharrón
Las mujeres, las mujeres
Pobrecitas ay ay ay
Hay que darles por su lado
Siempre darles la razón
Si están flacas, que están gordas
Si son feas que son bonitas
Y al final verán ustedes
Como darles el azoton
De mi paso por la vida
He sacado por riqueza
Que a mujeres y a caballos
Hay que tratarlos igual
Siempre darles rienda corta
Pues así nunca tropiezan
Vale mas andar en pelo
Que ceñido en un pretal
Muchas veces me hago el tonto
Pa que crean que soy novato
Pero hay otras que es preciso
Que me crean un fanfarrón
Y me rio pa mis adentros
Al pensar que soy un gato
Que disimuladamente llena
El buche con ratón
Las mujeres, las mujeres
Pobrecitas ay ay ay
Hay que darles por su lado
Siempre darles la razón
Si están flacas, que están gordas
Si son feas que son bonitas
Y al final verán ustedes
Como darles el azoton
Tradução da letra
Eu sou daqueles que
À vida todos os dias
Dou lhe mais prazer
Porque não tenho compromisso
Nem com uma nem com três
Estou a divertir me com as tolas
Nada mais para assustá lo
Pa que agarrem experiência
E possam defender se
Estou a divertir me à minha maneira
Sem me obrigar
E deixo que me amem
Sem dizer nem se nem não
E assim tenho a consciência
Limpezinha de razões
E não tenho de O procurar
Muito barulho
Mulheres, mulheres
Coitadinha
Temos de Os dar do seu lado
Sempre dar-lhes razão
Se eles são magros, eles são gordos
Se são feias que são bonitas
E no final verão vocês
Como dar-lhes o azoton
Da minha passagem pela vida
Eu tirei por riqueza
Que mulheres e cavalos
Temos de os tratar da mesma forma
Sempre dar-lhes rédea curta
Pois assim nunca tropeçam
Muito bem mais cabelo
Que cingido em um pretal
Muitas vezes faço me de parvo
Pa que pensem que sou novato
Mas há outras que é preciso
Que me acreditem um fanfarrão
E estou a rir me
Ao pensar que sou um gato
Que disfarçadamente cheia
O buche com rato
Mulheres, mulheres
Coitadinha
Temos de Os dar do seu lado
Sempre dar-lhes razão
Se eles são magros, eles são gordos
Se são feias que são bonitas
E no final verão vocês
Como dar-lhes o azoton