Pedro Infante — Coplas de dos tipos de cuidado letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Coplas de dos tipos de cuidado" de Pedro Infante.
Letra
La gente dice sincera
Cada que se hace un casorio
Que el novio que entre la quiera
Si no que le hagan velorio
Para esta novia no hay pena
Puede ser un buen marido
Por que Bueno es cosa buena
Por lo menos de apellido
Jorge Bueno es muy bueno
Hijo de Bueno también
Y tu abuelo hay que bueno
Que se llamara como él
Jorge Negrete responde:
Procurare ser tan bueno
Como dice mi apellido
Que se trague su veneno
El que velorio ha pedido
Pedro es Malo de apellido
Retachar es su cuarteta
El nomás es presumido
Por que no es Malo… es maleta…
Pedro Malo es muy malo
Malo por obligación
Y su abuelo… uy que malo
Hay que comprarle su león
Pedro Infante responde:
En una mañana de oro
Alguien nublaba el paisaje
Eran un cuervo y un loro
Arrancándose el plumaje
Hay que olvidar lo pasado
Y la culpable es la suerte
Que bueno y malo mezclado
En regular se convierte
Yo soy Malo no lo niego
Pero quisiera mezclar
Malo y bueno, lo quitado
Algo que sea regular…
Jorge Negrete contesta:
Y ese alacrán de carroña
Un colmenar visitaba
Para ver si la ponzoña
Con la miel se le quitaba
Como no será lo bueno
Para el placer del malvado…
Con la miel y su veneno
Ahi anda el pobre purgado
Que lo entienda y lo entienda
Si es que lo sabe entender
Y si acaso no lo entiende
Hay que obligarlo a entender
Pedro Infante le contesta:
Te consta que no soy tonto
Como tú… lo has presumido
Tonto no… si entrometido
Por el hambre de amistades
El hambre siempre la calmo
Con el manjar del amigo
Mendigo es si no mendigo
El que roba a sus amigos
(Negrete).- Tú lo dices
(Infante).- Lo sostengo
(Negrete).- No te vayas a cansar
(Infante).- No le saques*
(Negrete).- No le saco*
(Infante).- Pues se acabo este cantar…
Nota: *no le saques= no tengas miedo…
Tradução da letra
As pessoas dizem sincera
Cada um faz um caso
Que o noivo que entre a queira
Se não que lhe façam velório
Para esta noiva não há pena
Pode ser um bom marido
Por que Bom é coisa boa
Pelo menos apelido
Jorge Bom é muito bom
Filho de bom também
E o teu avô tem que ser bom
Que se chamasse como ele
Jorge Negrete responde:
Vou tentar ser tão bom
Como diz O meu apelido
Que engula o seu veneno
O que o velorio pediu
Pedro é mau de sobrenome
Retachar é o seu quarteto
Ele só é presunçoso
Porque não é mau maleta é mala…
Pedro Malo é muito mau
Mau por obrigação
E o avô dele malo que mau
Temos de lhe comprar o leão
Pedro Infante responde:
Numa manhã de ouro
Alguém obscureceu a paisagem
Eles eram um corvo e um papagaio
Arrancando a plumagem
Temos de esquecer o passado
E a culpada é a sorte
Que bom e ruim misturado
Em regular torna-se
Eu sou mau não nego
Mas gostaria de misturar
Ruim e bom, removido
Algo que seja regular…
Jorge Negrete responde:
E aquele armário de Carniça
Um apiário visitava
Para ver se a ponzoña
Com o mel era tirado dele
Como não será a coisa boa
Para o prazer do mal…
Com mel e seu veneno
Ali está o pobre purgado
Que ele entenda e entenda
Se é que sabe entender
E se ele não entender
Temos de o obrigar a compreender
Pedro Infante responde:
Sei que não sou parvo
Como tu presum gabaste - te
Tolo não ent se intrometido
Pela fome de amizades
A fome acalma a sempre
Com a iguaria do amigo
Mendigo é se não mendigo
Aquele que rouba os amigos
(Negrete).- Tu é que dizes
(Criança).- Eu seguro
(Negrete).- Não te canses
(Criança).- Não o tires*
(Negrete).- Não o tiro*
(Criança).- Então acabou-se o canto…
Nota: * não tirá-lo= não tenha medo…