Pedro Guerra — Sombras letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Sombras" de Pedro Guerra.

Letra

Quisiera abrir lentamente mis venas mi sangre
toda verterla a tus pies.
Para poderte demostrar, que más no puedo amar,
y emtonces morir despues.
Y sin embargo tus ojos azules,
azul que tienen el cielo y el mar
Viven cerrados para mí
Sin verte estoy así
Perdida en mi soledad
Sombras nada mas
Acariciendo mis manos
Sombras nada mas en el temblor de mi voz
Pude ser feliz, y estoy en vida muriendo,
y entre lagrimas viviendo, los pasajes mas horrendos
de este drama sin final.
Sombras nada mas entre tu vida y mi vida,
sombras nada mas entre mi amor y tu amor.
Que breve fue tu presencia en mi hastio.
Que tibias fueron tus manos y tu voz,
como luciernaga llego, tu luz,
y disipólas sombras de mi rincón.
Y me quede, como un duende temblando,
sin el azul de tus ojos de mar
que se han cerrado para mí
Sin verte, estoy así, perdida en la soledad.
Sombras nada mas acariciendo mis manos,
sombras nada mas en el temblor de mi voz.
Pude ser feliz, y estoy en vida muriendo,
y entre lagrimas viviendo, los pasajes mas horrendos,
de este drama sin final.
Sombras nada mas entre tu vida y mi vida
Sombras nada mas entre tu amor y mi amor…
(Gracias a Emilio por esta letra)

Tradução da letra

Gostaria de abrir lentamente as minhas veias o meu sangue
despeje tudo aos seus pés.
Para provar que não posso amar mais,
e depois morremos.
E ainda assim seus olhos azuis,
azul que têm o céu e o mar
Vivem fechados para mim
Sem te ver estou assim
Perdida na minha solidão
Sombras nada mais
Acariciando minhas mãos
Sombras nada mais no tremor da minha voz
Eu poderia ser feliz, e eu estou em vida morrendo,
e entre lágrimas vivendo, as passagens mais horrendas
deste drama sem fim.
Sombras nada mais entre a tua vida e a minha vida,
sombras nada mais entre o meu amor e o teu amor.
Que breve foi a tua presença no meu tédio.
Que tépidas eram as tuas mãos e a tua voz,
como luciernaga chegou, sua luz,
e dissipou as sombras do meu canto.
E eu fiquei, como um duende tremendo,
sem o azul dos teus olhos do mar
que se fecharam para mim
Sem te ver, estou assim, perdida na solidão.
Sombras nada mais acariciando minhas mãos,
sombras nada mais no tremor da minha voz.
Eu poderia ser feliz, e eu estou em vida morrendo,
e entre lágrimas vivendo, as passagens mais horrendas,
deste drama sem fim.
Sombras nada mais entre a tua vida e a minha vida
Sombras nada mais entre o teu amor e o meu amor…
(Graças a Emilio por esta letra)