Pedro Guerra — Huellas letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Huellas" de Pedro Guerra.

Letra

Cuantas cosas dejan huella
cuantas cosas se recuerdan
cuantas brillan en el tiempo aunque no estés
Cuantos rastros, cuantas cosas
cuanto al fin es lo que importa
que momento en la vejez te abrigara
Un parto, una sonrisa, una ilusión, aquel abrazo, una canción, la lluvia
dibujada en el cristal
Un beso, una caricia, la emoción de aquel encuentro, una razón, la tarde que
desgasta la ciudad
Cuantas cosas dejan huella
cuantas cosas se recuerdan
cuantas brillan en el tiempo aunque no estés
Hablas arroja un cuandro de Van Ghog, aquella extraña palidez, una ciudad
torcida, un resplandor, un niño que dormita en un rincón toda esa torpe dejadez,
la prisa incontrolada del reloj
Cuantos rastros, cuantas cosas
cuanto al fin es lo que importa
que momento en la vejez te abrigara
La luna y esa dulce sensación de amarlo todo de una vez, las brasas que aún
incendian la pasión
La calle, la cornisa y el balcón, el mapa mudos de tu piel, el fruto merecido
del amor
Cuantas cosas dejan huella
cuantas cosas se recuerdan
cuantas brillan en el tiempo aunque no estés
Cuantos rastros, cuantas cosas
cuanto al fin es lo que importa
que momento en la vejez te abrigara (x2)
(Gracias a Cecilia por esta letra)

Tradução da letra

Quantas coisas deixam marcas
quantas coisas são lembradas
quantas brilham no tempo mesmo que não estejas
Quantos vestígios, quantas coisas
quanto ao fim é o que importa
que momento na velhice te abrigará
Um parto, um sorriso, uma ilusão, aquele abraço, uma canção, a chuva
desenhada no vidro
Um beijo, uma carícia, a emoção daquele encontro, uma razão, a tarde que
desgasta a cidade
Quantas coisas deixam marcas
quantas coisas são lembradas
quantas brilham no tempo mesmo que não estejas
Fala lança um quandro de Van Ghog, aquela estranha palidez, uma cidade
torto, um brilho, uma criança que dorme em um canto toda essa desavergonhada desavergonhada,
a pressa descontrolada do relógio
Quantos vestígios, quantas coisas
quanto ao fim é o que importa
que momento na velhice te abrigará
A lua e aquela doce sensação de amar tudo de uma vez, as brasas que ainda
incendeiam a paixão
A rua, a cornija e a varanda, o mapa mudo da sua pele, o fruto merecido
do amor
Quantas coisas deixam marcas
quantas coisas são lembradas
quantas brilham no tempo mesmo que não estejas
Quantos vestígios, quantas coisas
quanto ao fim é o que importa
que momento na velhice te abrigará (x2)
(Graças a Cecilia por esta letra)