Pedro Aznar — Los Perros del Amanecer letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Los Perros del Amanecer" de Pedro Aznar.

Letra

Piden paz las filas de lo siempre igual
Piden paz las horas secas de esperar
Piden paz los huesos listos a quebrar
Piden paz las ropas que no se usan más
La vanidad
Es obra de un tirano rey
Que goza ser su propia ley
Y tiembla de inseguridad
La caridad
Nunca es bien entendida
La culpa es una herida
Que infecta la intención
Piden paz los ojos rojos de perder
Piden paz los perros del amanecer
Piden paz las cosas que dijiste ayer
Piden paz los ciegos que te ven volver
La libertad
Está hecha de madera
Una chispa cualquiera
La puede hacer caer
No seré yo quien te haga daño
Pero no estoy para ratón
Podés guardar tus zarpas
Para un tonto peor
La ambigüedad
Permite muchas caras
Tomar partido en nada
Pasar por distracción
La soledad
Se ríe de las cámaras
Y aplasta entre sus sábanas
La fina pretensión
Piden paz los sábados de mal de amor
Piden paz los platos y el televisor
Piden paz las letras chuecas del doctor
Piden paz los tubos del respirador
Piden paz los muros de Jerusalén
Piden paz los robos en el almacén
Piden paz las luces huecas del andén
Piden paz las caras muertas en el tren
Piden paz
Piden paz
Piden paz
Pedro Aznar: Voz, Bajo
Andrés Beeuwsaert: Organo Hammond
Federico Dannemann: Guitarras eléctricas

Tradução da letra

Pedem paz as fileiras do sempre igual
Pedem paz as horas secas de esperar
Pedem paz os ossos prontos a quebrar
Pedem paz as roupas que não se usam mais
Vaidade
É obra de um tirano rei
Que gosta de ser sua própria lei
E treme de insegurança
Caridade
Nunca é bem compreendida
A culpa é uma ferida
Que infecta a intenção
Eles pedem paz os olhos vermelhos de perder
Os cães do amanhecer pedem paz
Pedem paz as coisas que disseste ontem
Pedem paz Os cegos que te vêem voltar
Liberdade
É feito de madeira
Uma faísca qualquer
Pode fazê La cair
Não serei eu a magoar te
Mas eu não estou para Rato
Podes guardar as tuas patas
Para um tolo pior
Ambiguidade
Permite muitas faces
Tomar partido em nada
Passar por distração
Solidão
Ele ri das câmaras
E esmaga entre seus lençóis
A fina pretensão
Pedem paz aos sábados de mal de amor
Eles pedem paz pratos e TV
Pedem paz as letras chuecas do doutor
Pedem paz os tubos do respirador
Pedem paz Os muros de Jerusalém
Pedem paz roubos no armazém
Pedem paz, as luzes ocas da plataforma
Pedem paz as caras mortas no trem
Pedem paz
Pedem paz
Pedem paz
Pedro Aznar: Voz, Baixo
Andres Beeuwsaert: Organo Hammond
Federico Dannemann: Guitarras elétricas