Pedro Aznar — Confesiones de Invierno letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Confesiones de Invierno" de Pedro Aznar.

Letra

Me echó de su cuarto gritándome:
«No tienes profesión»
Tuve que enfrentarme a mi condición
En invierno no hay sol
Y aunque digan que va a ser muy fácil
Es muy duro poder mejorar
Hace frío y me falta un abrigo
Y me pesa el hambre de esperar…
Quién me dará algo para fumar
O casa en que vivir?
Sé que entre las calles debes estar
Pero no se partir
Y la radio nos confunde a todos
Sin dinero la pasaré mal
Si se comen mi carne los lobos
No podré robarles la mitad
Dios es empleado en un mostrador
Da para recibir
Quién me dará un crédito, mi Señor?
Solo sé sonreír
Y tal vez esperé demasiado
Quisiera que estuviera aquí
Cerrarán la puerta de éste infierno
Y es posible que me quiera ir
Conseguí licor y me emborraché
En el baño de un bar
Fui a dar a la calle de un puntapié
Y me sentí muy mal
Y si bien yo nunca había bebido
En la cárcel tuve que acabar
La fianza la pagó un amigo
Las heridas son del oficial
Hace cuatro años que estoy aquí
Y no quiero salir
Ya no paso frío y soy feliz
Mi cuarto da al jardín
Y aunque a veces me acuerdo de ella
Dibujé su cara en la pared
Solamente muero los domingos
Y los lunes ya me siento bien…

Tradução da letra

Ele expulsou me do quarto dele a gritar comigo:
"Você não tem profissão»
Tive de enfrentar a minha condição
No inverno não há sol
E mesmo que digam que vai ser muito fácil
É muito difícil melhorar
Está frio e falta me um casaco
E estou com fome de esperar…
Quem me dará algo para fumar
Ou casa para viver?
Sei que entre as ruas deves estar
Mas não se Vá embora
E o rádio confunde nos a todos
Sem dinheiro vou passar um mau bocado
Se os lobos comem a minha carne
Não posso roubar metade deles
Deus é empregado em um balcão
Dá para receber
Quem me dará crédito, meu Senhor?
Só sei sorrir
E talvez eu esperei demais
Quem me dera que estivesse aqui
Vão fechar a porta deste inferno
E é possível que me queira ir
Arranjei bebidas e embebedei me
Na casa de banho de um bar
Fui dar um pontapé na rua
E eu me senti muito mal
E enquanto eu nunca tinha bebido
Tive de acabar na prisão
A fiança foi paga por um amigo
As feridas são do oficial
Estou aqui há quatro anos
E não quero sair
Já não passo frio e estou feliz
Meu quarto tem vista para o jardim
E embora às vezes me lembro dela
Desenhei a cara dele na parede
Só Morro aos domingos
E às segundas me sinto bem…