Patrick Fiori — Ligne Numéro 13 letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Ligne Numéro 13" de Patrick Fiori.
Letra
Vendredi, mercredi, en bas les jours sont les mêmes
On s’enfuit, les samedis, de cette ligne numéro 13
Jour et nuit c’est idem, même électricitéblême
C’est aux mines qu’on devine
Un regard dans ces murs c’est une offense, une injure
Pas d'écart, des armures, la foule angoisse et rassure
Pas tomber, pas traîner, ici les hommes ont muté
Rien que des usagers
Faut-il que les plafonds tombent pour que les gens se regardent
Faut-il un sort, une bombe pour que les muets se parlent
Mais qu’a-t-on pu faire aussi mal pour avoir àvivre là
Faut-il trouver ça normal cette méfiance, ce froid
Ligne treize
Les perdants sur les bancs, devant le monde qui passe
Pas des vies, des survies, des exilés des surfaces
Attention, le wagon, un faux pas tu perds ta place
Pas tomber, pas traîner
Faut-il que les plafonds tombent pour que les gens se regardent
Faut-il un sort, une bombe pour que les muets se parlent
Mais qu’a-t-on pu faire aussi mal pour avoir àvivre là
Faut-il trouver ça normal cette méfiance, ce froid
Ligne treize
Et nos machines fonctionnent et nos techniciens nous étonnent
Et s'éloigne l’essentiel, sous terre àl'insu du ciel
Que faudrait-il que l’on ose, quel ouragan, quel élan
Oh ! quelle métamorphose, ferait de nos c?"urs usés
Ferait de ces usagers des gens
Tradução da letra
Sexta-feira, Quarta-feira, os dias são os mesmos
Fugimos, aos sábados, desta linha número 13.
Dia e noite é a mesma coisa, até electricidade.
São as minas que achamos
Um olhar nestas paredes é uma ofensa, um insulto
Sem lacunas, armaduras, ansiedade da multidão e tranquilidade
Não cair, não sair, aqui os homens mutaram
Apenas utilizadores
Os tectos têm de cair para as pessoas olharem umas para as outras?
É preciso um feitiço, uma bomba para os burros falarem uns com os outros?
Mas o que poderia ter sido feito tão mal para ter que viver lá
Se acharmos normal esta desconfiança, este frio
Linha treze
Os perdedores nas bancadas, em frente ao mundo que passa
Não vidas, survies, exilados das superfícies
Cuidado, a carroça, um passo errado perdes o teu lugar
Não cair, não sair
Os tectos têm de cair para as pessoas olharem umas para as outras?
É preciso um feitiço, uma bomba para os burros falarem uns com os outros?
Mas o que poderia ter sido feito tão mal para ter que viver lá
Se acharmos normal esta desconfiança, este frio
Linha treze
E as nossas máquinas funcionam e os nossos técnicos surpreendem-nos
E a coisa principal move-se para o subsolo sem o conhecimento do céu
O que devemos ousar, que furacão, que momento
Oh ! que metamorfose faria o nosso "c"?"ursos desgastados
Faria com que estes usuários pessoas