Patrick Bruel — En Bas Des Marches letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "En Bas Des Marches" de Patrick Bruel.

Letra

Elle tait assise en bas des marches
Comme adosse sa vie.
Sur ses joues, quelques traces d’une histoire qui a mal fini.
Elle tait assise en bas du monde, couter les secondes
Qui rsonnent sans rien dire, qui parlent meme plus d’avenir.
Elle attendait, attendait… qu’un sourire vienne se poser
Au milieu de ses reves avant qu' la nuit l’enlve.
J’ai cherch, maladroit, le froid de son regard,
Histoire de comprendre son histoire.
Elle vivait comme une ombre que personne ne dessine encore…
Elle m’a offert pendant quelques heures
Tous les battements de son cur,
Reconstruit en une nuit les chteaux d' sable de sa vie.
Tout ce temps pass apprendre
Les ruses pour pas se faire prendre,
A se dbattre quand il pleut au hasard de droles de jeux.
Elle riait, elle pleurait…
Sans que ses larmes ne coulent jamais.
Elle aurait tout donn pour un geste, un regard
Qui avaient tellement manqu.
Elle en parlait trop, meme demi-mot
Comme une gosse perdue qui cherche sa place sur la photo.
Elle avait l' cur en mille morceaux
Et personne pour l’emmener plus haut.
Elle passait toutes ses nuits ici attendre je n' sais qui
Au creux de ces lits de hasard
Elle cherchait des raisons d’y croire.
L’humour comme dernire politesse… pudeur de princesse.
Elle tait assise en bas des marches
Comme adosse sa vie.
Devant mes yeux cette image, qui m’a si longtemps suivi.
Elle tait assise en bas des marches…

Tradução da letra

Ela estava sentada no fundo dos degraus.
Como ele apoia a sua vida.
Nas bochechas dele, alguns traços de uma história que acabou mal.
Ela estava sentada no fundo do mundo, a contar os segundos.
Que soam sem dizer nada, que falam ainda mais do futuro.
Ela estava à espera, à espera ... para um sorriso descer
No meio do colo dele, antes que a noite o leve.
Procurei, desajeitado, o frio do seu olhar,
História para entender a sua história.
Ela viveu como uma sombra que ninguém desenha ainda…
Ela ofereceu-me umas horas.
Todo o espancamento do rabo dela,
Reconstruiu numa noite os castelos de areia da sua vida.
Todo este tempo passa a aprender
Truques para não ser apanhado,
Para lutar quando chove aleatoriamente a partir de Jogos Engraçados.
Ela riu, chorou…
Sem que as lágrimas dela fluam.
Ela teria tudo por um gesto, um olhar.
Que tinham tantas saudades.
Ela falava demais, mesmo meia palavra.
Como um miúdo perdido à procura do seu lugar na fotografia.
Ela tinha o rabo em pedaços.
E ninguém para o levar mais alto.
Ela passou todas as noites aqui à espera não sei quem
No fundo destas camas do acaso
Ela procurava razões para acreditar.
Humor como a última cortesia ... Princesa modéstia.
Ela estava sentada no fundo dos degraus.
Como ele apoia a sua vida.
Diante dos meus olhos esta imagem, que me segue há tanto tempo.
Ela estava sentada no fundo dos degraus.…