Pascal Obispo — Sur la Voix Ferré letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Sur la Voix Ferré" de Pascal Obispo.

Letra

En bord de Seine
je me promène
sur la voie ferrée
En bord de Seine
je me promène
sur la voie ferrée
ça fait du bien
un air de rien
pour traîner les pieds
j’ai dans la tête
un piano qui flâne
des états d'âme un peu désaccordés
quai de Javel, c’est à Panam
j’aime y retourner
En bord de Seine
je me promène
sur la voie ferré
ça fait du bien
côté jardin
poussent encore des pensées
j’ai sur le coeur un piano qui pleure
jusqu'à plus d’heure à Saint-Germain-des-Prés
Café de Flore
j’entends encore
Léo me parler
Non je ne parlerai pas
de ce temps disparu
où l’on aime plus
non même si va tout s’en va laissez moi fréquenter
près de la voie ferré
les ombres passées
En bord de Seine
je me promène
sur la voie ferrée
si je me paume
une jolie môme
pourrait m’y retrouver
j’ai dans les veines un piano qui saigne
avenue du Terme a défaire les pavés
pour faire des plages artificielles
qui longent les quais
Non je ne parlerai pas
de ce temps disparu
où l’on n’aime plus
non même si va tout s’en va laissez moi fréquenter
près de la voix Ferré
les ombres passée
les ombres passées
près de la voix Ferré
près de la voix Ferré
près de la voix Ferré
non je ne parlerai pas
de ce temps disparu
où l’on n’aime plus
non même si va tout s’en va laissez moi fréquenter
près de la voie ferrée
les ombres passées
En bord de Seine
je me promène
sur la voie ferrée
sur la voie ferré
traîner les pieds
sur la voie ferrée
un air de rien
traîner les pieds
En bord de Seine
je me promène
sur la voie ferrée
ça fait du bien
pour traîner les pieds
En bord de Seine
je me promène
sur la voie ferrée
(Merci à Thierry pour cettes paroles et à Francis pour cettes corrections)

Tradução da letra

Nas margens do Sena
Estou a andar
no caminho-de-ferro
Nas margens do Sena
Estou a andar
no caminho-de-ferro
sabe bem.
um ar de nada
para arrastar os pés
Estou na minha cabeça
um piano aproxima-se.
um pouco de humor desarticulado
o cais de lixívia está no Panamá.
Gosto de voltar lá.
Nas margens do Sena
Estou a andar
no caminho-de-ferro
sabe bem.
Lado Do Jardim
ainda crescem pensamentos
Tenho um piano a chorar no meu coração
até mais tempo em Saint-Germain-des-Prés
Flora coffee
Ainda ouço
Leo a falar comigo
Não, Não vou falar.
desse tempo em diante
onde amamos mais
não, mesmo que tudo desapareça deixa-me sair
perto da ferrovia
sombras passadas
Nas margens do Sena
Estou a andar
no caminho-de-ferro
se eu me apalpar
um miúdo bonito.
pode encontrar-me lá
Tenho um piano a sangrar nas veias.
Avenida do termo para desfazer as cobblestones
para fazer praias artificiais
que vão ao longo das Docas
Não, Não vou falar.
desse tempo em diante
onde já não amamos
não, mesmo que tudo desapareça deixa-me sair
perto da voz de ferro
as sombras passaram
sombras passadas
perto da voz de ferro
perto da voz de ferro
perto da voz de ferro
Não, Não vou falar.
desse tempo em diante
onde já não amamos
não, mesmo que tudo desapareça deixa-me sair
perto da ferrovia
sombras passadas
Nas margens do Sena
Estou a andar
no caminho-de-ferro
no caminho-de-ferro
arrastar os pés
no caminho-de-ferro
um ar de nada
arrastar os pés
Nas margens do Sena
Estou a andar
no caminho-de-ferro
sabe bem.
para arrastar os pés
Nas margens do Sena
Estou a andar
no caminho-de-ferro
(Agradecimentos a Thierry por estas palavras e Francis por estas correções)