Parquet Courts — Human Performance letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Human Performance" de Parquet Courts.
Letra
I know exactly, where I was when I First saw you the way I see you now, through these eyes, waiting to retry
Those pristine days I, recall so fondly
So few are trials when a life isn’t lonely, and now if only
I’d never felt it, I’d never heard it I know I loved you did I even deserve it, when you returned it There’s no suspicion, no hesitation
Believing through the eyes of sore, adoration
Witness and know, fracture and hurt
Eyes in the fire, blink unrehearsed
Shield like a house, closing its doors
Curved in the dark, rinses of yours
Ashtray is crowded, bottle is empty
No music plays and nothing moves with-out drifting, into a memory
Busy apartment, no room for grieving
Sink full of dishes and no trouble believing, that you are leaving
Mid-sentence tremors, mind at its weakest
One way of shaking off the thoughts that it sleeps with
Witness and know, fracture and hurt
Eyes in the fire, blink unrehearsed
Shield like a house, closing its doors
Curved in the dark, rinses of yours
In walks the darkness, I pitch without you
Asks me do I realize what I’d done and who I’d done to, indeed I do know
It never leaves me, just visits less often
It isn’t gone and I won’t feel its grip soften, without a coffin
Breathing beside me, feeling its warmness
Phantom affection gives a human, performance
Witness and know, fracture and hurt
Eyes in the fire, blink unrehearsed
Shield like a house, closing its doors
Curved in the dark, rinses of yours
Tradução da letra
Eu sei exactamente onde estava quando te vi pela primeira vez como te vejo agora, através destes olhos, à espera de repetir.
Aqueles dias imaculados eu, lembro-me tão carinhosamente
Tão poucas são as provações quando uma vida não é solitária, e agora, se ao menos
Nunca o senti, nunca o ouvi. sei que te amava.
Acreditando através dos olhos da dor, adoração
Testemunha e sabe, fractura e dor
Olhos no fogo, pestanejar sem medo
Escudo como uma casa, fechando as portas
Curvo no escuro, as tuas rinses
O cinzeiro está cheio, a garrafa está vazia.
Nenhuma música toca e nada se move sem rumo, em uma memória
Apartamento ocupado, sem espaço para o luto
Pia cheia de pratos e não custa a acreditar que te vais embora
Tremores de sentença média, a mente está mais fraca
Uma maneira de afastar os pensamentos com os quais dorme
Testemunha e sabe, fractura e dor
Olhos no fogo, pestanejar sem medo
Escudo como uma casa, fechando as portas
Curvo no escuro, as tuas rinses
Em caminhadas a escuridão, Eu arremesso sem ti
Pergunta-me se percebi o que tinha feito e a quem tinha feito, de facto sei.
Nunca me deixa, apenas visitas com menos frequência.
Não se foi e não sentirei a sua aderência amolecer, sem um caixão.
A respirar ao meu lado, a sentir o seu calor
A afeição fantasma dá um desempenho humano
Testemunha e sabe, fractura e dor
Olhos no fogo, pestanejar sem medo
Escudo como uma casa, fechando as portas
Curvo no escuro, as tuas rinses