Panchito Y Orlando Contreras — Amigo De Qué letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Amigo De Qué" de Panchito Y Orlando Contreras.

Letra

No sigas diciendo que un amigo tuyo
Y tu propia esposa mancharon tu hogar
Confieza cobarde, que esà erà deuda
Que tarde o temprano habìa que cobrar
Èsa erà mi novia, que tanto querìa
Una tarde injenuo te la presente
Sentiste envidia, al verla tan linda
Como siendo pobre yo la conquiste?
Desde aquel instante a espalda cobarde
Como tenias plata, le ofreciste màs
Hasta convecerla, poqrue tu eras rico
Y mi novia un dìa por tì me dejò
Al cabo de un tièmpo, la hiciste tu esposa
Con mi propìa novia fuiste mi ribal
Y yo seguì pobre, sin plata ni novia
Mientras tù de brazos, fuiste hasta el altar
No olvides que un dia, fue que me invitastes
A que yo la viera en tu propio hogar
Para asì humillarme y entonces vi claro
Planear la venganza que habia que cobrar
Al ver a tu esposa la que fue mi novia
Yo lei en sus ojos que no era feliz
No bastaba el oro, la riqueza tuya
Y que me deseaba se lo comprendì
Volvi por la noche, cuando tu no estabas
Y efectivamente mi plan no fallò
Tomè mi venganza, y me sorprendistes
Ya ves que de nada tu oro silvio
Ahora ya puedes, seguir pregonando
Que yo fui el amigo que te traiciono
Buscala si quieres, que ya esta cobrada
La deuda entre amigos, saldada quedò
Tu no eres mi amigo
Amigo de que?

Tradução da letra

Não digas isso a um amigo teu.
E a tua própria mulher manchou a tua casa
Confessa covarde, que era dívida
Que mais cedo ou mais tarde tinha de cobrar
Era a minha namorada, que queria tanto.
Uma tarde apresento - to
Sentiste inveja, ao vê - la tão bonita.
Quão pobre a conquistei?
Desde aquele instante até às costas covardes
Porque tinhas dinheiro, ofereceste-lhe mais.
Até ela se mudar, porque tu eras Rico.
E a minha namorada Um dia deixou-me
Passado algum tempo, fez dela sua esposa.
Com a minha própria namorada eras a minha costela
E eu permaneci pobre, sem dinheiro nem noiva
Enquanto estavas nos teus braços, foste ao altar.
Não te esqueças que um dia me convidaste.
Vê-la na tua própria casa
Para me humilhar e depois vi-o claro
Planeie a vingança que você teve que coletar
Ver a tua mulher que era minha namorada
Li nos olhos dele que ele não estava feliz.
Não era ouro suficiente, a tua riqueza.
E que desejei entender
Voltei à noite, quando estavas fora.
E o meu plano não falhou.
Eu vingei-me e tu surpreendeste-me.
O teu ouro, silvio, não vale a pena.
Agora podes continuar a pregar
Que eu era o amigo que te traiu.
Procure-o se quiser, já está carregado.
A dívida entre amigos, paga
Não és meu amigo.
Amigo de quê?