Pam Tillis — Calico Plains letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Calico Plains" de Pam Tillis.

Letra

Sweet Abilena looks out at the midwestern sky
Sweet seventeen with a faraway look in her eyes
She said, «I feel like a bird in a cage
But come September I’m flying away»
I said, «I'm gonna miss you» then I made her promise to write
Since we were tall as the corn in the spring
We shared every secret, shared every dream
So anxious to grow in the new summer rain
And bloom like a rose on the calico plains
How could she hear as we laughed on that warm summer night
The tiny heart of the baby she carried inside
I stood beside her when September came
Watched her get married and caught the bouquet
And like those hand me down dresses she gave me I made her dreams mine
From a seat by the window on wings made of steel
I stared at the patchwork over the fields
Where young tears that once fell like warm summer rain
Were turning to snow on the calico plains
Sweet Abilena looks out at the midwestern sky
Closer to thirty but farther away in her eyes
She holds her babies like she holds her dreams
Each night she kisses and rocks them to sleep while
She reads the letters she makes me promise to write
Sweet Abliena looks out at the midwestern sky

Tradução da letra

A doce Abilena olha para o céu do centro-oeste
Sweet seventeen with a faraway look in her eyes
Ela disse: "Sinto-me como um pássaro numa gaiola
Mas em setembro vou-me embora»
Eu disse: "Vou sentir a tua falta" e depois fi-la prometer escrever
Desde que éramos altos como o milho na primavera
Partilhámos todos os segredos, partilhámos todos os sonhos
Tão ansioso para crescer na nova Chuva de Verão
E florescem como uma rosa nas planícies de calico
Como é que ela pôde ouvir quando nos rimos naquela quente noite de Verão?
O pequeno coração do bebé que ela carregava para dentro
Fiquei ao lado dela quando setembro chegou
Vi-a casar e apanhei o bouquet.
E como aqueles vestidos que ela me deu, fiz com que os sonhos dela fossem meus.
De um assento junto à janela sobre asas feitas de aço
Olhei para a manta de retalhos nos campos
Onde lágrimas jovens que uma vez caíram como chuva quente de Verão
Estamos a transformar-nos em neve nas planícies de calico
A doce Abilena olha para o céu do centro-oeste
Mais perto dos trinta, mas mais longe nos olhos
Ela segura os seus bebés como se tivesse os seus sonhos
Cada noite ela beija e embala-os para dormir enquanto
Ela lê as cartas que me faz prometer escrever.
A doce Abliena olha para o céu do centro-oeste