Pain Confessor — Gravel letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Gravel" de Pain Confessor.
Letra
I denounce this twisted world
Our seeking of more has blinded us I cast myself out!
A growing hatred towards this sick world
Where wealth defines a man’s worth
The weakling rats ruin everything
Then burn their own homes for a smoke screen
Sarcastic, hey I am a cynic
No other way to speak these days
Rid myself of this so called reality
I cast myself out!
Here in the vortex of echoes I find myself lost
No confession to atone for my rebellion
Here in the vortex of forsaken souls I let myself go I cast myself out so no other can
Rabid dogs were once put down
Now the madmen run the asylum
Your polluted life sickens me I cast myself out!
Bless you for showing me the door
So I know where we step outside
The gloves come off and we meet at last
Eye to eye, like man and beast always have
Here in the vortex of echoes I find myself lost
No confession to atone for my rebellion
Here in the vortex of forsaken souls I let myself go I cast myself out so no other can
Breathing in your poisoned kingdom is like choking on gravel
I want to tear off my skin and run into the rain
Here in the vortex of echoes I find myself lost
No confession to atone for my rebellion
Here in the vortex of forsaken souls I let myself go I cast myself out so no other can
No confession to atone for my rebellion
In the vortex of forsaken souls I let myself go
Tradução da letra
Eu denuncio este mundo distorcido
A nossa procura de mais cegou-nos e eu expulsei-me!
Um ódio crescente por este mundo doente
Onde a riqueza define o valor de um homem
Os ratos fracos estragam tudo.
Depois queimam as suas próprias casas por causa de uma cortina de fumo.
Sarcástico, sou um cínico.
Não há outra maneira de falar hoje em dia.
Livrar-me desta chamada realidade
Eu expulso-me!
Aqui no vórtice dos ecos, encontro-me perdido.
Nenhuma confissão para expiar a minha rebelião
Aqui, no vórtice de almas abandonadas, deixei-me ir, expulto-me para fora, para que mais ninguém possa.
Cães raivosos já foram abatidos.
Agora os loucos dirigem o asilo.
A tua vida poluída enoja-me. eu expulso-me!
Deus te abençoe por me mostrares a porta.
Por isso sei onde vamos lá para fora.
As luvas saem e finalmente nos encontramos
Olhos nos olhos, como o homem e a besta sempre tiveram
Aqui no vórtice dos ecos, encontro-me perdido.
Nenhuma confissão para expiar a minha rebelião
Aqui, no vórtice de almas abandonadas, deixei-me ir, expulto-me para fora, para que mais ninguém possa.
Respirar no teu reino envenenado é como sufocar em cascalho.
Quero arrancar a minha pele e correr para a chuva
Aqui no vórtice dos ecos, encontro-me perdido.
Nenhuma confissão para expiar a minha rebelião
Aqui, no vórtice de almas abandonadas, deixei-me ir, expulto-me para fora, para que mais ninguém possa.
Nenhuma confissão para expiar a minha rebelião
No vórtice das almas abandonadas deixei-me ir