Pablo Moro — Vodka y Caramelos letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Vodka y Caramelos" de Pablo Moro.

Letra

La encontré en un concierto de Siniestro Total
Ella ponía las cervezas
Yo terminaba un puzle de razones para continuar
Y ella fue la última pieza
Le pedí que viniera a un lugar desconocido
Y aceptó ir a mi casa
Me contó que su memoria estaba llena de olvido:
Son cosas que pasan
Como la noche pasó
Entre vodka y caramelos
Viendo videos de los Simpsons
Sin rozarnos ni un pelo, parando el reloj
Entre risas y pastillas, entre silencios y gritos
Buscándonos las cosquillas
Que al final nos hizo el sol
Despertamos vestidos con un disfraz de persianas
Y un buen clavo en la cabeza
Una especie de tristeza enredada con la ropa
Desayunando en la cama
Ni siquiera sé tu nombre, ni tampoco si hace falta
No me importa si me mientes
¿Qué tal si en lugar de marcharte te quedas hasta mañana y somos dos
supervivientes???
Y el portazo sonó
Como una calle vacía, un mechero que no enciende
Sirenas de policía, como el viento de septiembre
Ya no he vuelto a ser honesto
¿para qué? si nadie me entiende
No volvió a tocar Siniestro, y ella se llamaba Viernes…
Y la noche pasó
Entre vodka y cramelos…

Tradução da letra

Encontrei a num concerto de sinistro Total
Ela punha as cervejas
Eu terminava um puzzle de razões para continuar
E ela foi a última peça
Pedi lhe para vir a um lugar desconhecido
E aceitou ir a minha casa
Disse Me que a sua memória estava cheia de esquecimento:
São coisas que acontecem
Como a noite passou
Entre vodka e doces
A ver vídeos dos Simpsons
Sem nos roçarmos nem um cabelo, parando o relógio
Entre risos e pílulas, entre silêncios e gritos
À procura das cócegas
Que no final nos fez o sol
Acordamos vestidos com um disfarce de persianas
E um bom prego na cabeça
Uma espécie de tristeza enredada com roupas
Tomando café da manhã na cama
Nem sei o teu nome, nem se for preciso
Não me importo que me mintas
E se em vez de saíres ficasses até amanhã e fôssemos dois
sobreviventes???
E a porta tocou
Como uma rua vazia, um isqueiro que não acende
Sirenes da polícia, como o vento de setembro
Não voltei a ser honesto
para quê? se ninguém me entende
Ele nunca mais tocou sinistro, e ela se chamava Sexta-Feira…
E a noite passou
Entre vodka e cramelos…