Otep — Thots letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Thots" de Otep.

Letra

nothings changed
the senates still corrupt
& the emporer remains insane
and everyday
is a new strain of slaughter
supply lines are less protected
evil on all sides
eye can smell the death on your flesh
-- creeping in trapped within the twisting fingers of fear
and all eye see is ewe
that face
those eyes
burning like leprosy
eye can see u there
poisoning the air
prostituting Nationalism
and eye want to attack
to rip out your heart and lay your flat on your back
and vomit a world of agony and truth
into your throbbing illness of memory
… and hate guides our way
eye long for the icy slap of a belt across my back
for the acceptance of death and blind cave war
the giving sleep of depression
the sweet elucidation of savage, meaningless aggression
chiseled in the meaty forearms of Mother Jupiter and his slave disciples
in the harem tents — outside
just beyond the edges — eye ride
a cycloptic mare in the fires of imagination
feeding my disease
a river of plagues
eye need something to remind me eye am still sinning
that pain in important
that wurdz matter
that healing in possible
that eye am not alone … in this
— guard the houses
— triple the watch
— maidens, dig up your sorcery
— sirens, sharpen your rocks
… ewe will eat my pain again
whatever u need
unite messiah ME

Tradução da letra

nada mudou
os senatos continuam corruptos.
o emporer continua louco
e todos os dias
é uma nova estirpe de abate
as linhas de abastecimento estão menos protegidas
o mal de todos os lados
o olho pode cheirar a morte na tua carne.
-- entrincheirando-se dentro dos dedos torcidos do medo
and all eye see is ewe
essa cara
aqueles olhos
queimando como lepra
os olhos podem ver - te ali.
envenenamento do ar
prostituindo o nacionalismo
e os olhos querem atacar
para arrancar o teu coração e deitar o teu apartamento de costas
e vomitar um mundo de agonia e verdade
na tua doença palpitante da memória
... e o ódio guia o nosso caminho
olho longo para a estalada gelada de um cinto nas minhas costas
pela aceitação da morte e da Guerra das cavernas
o dar sono da depressão
a doce elucidação da agressão Selvagem e sem sentido
esculpido nos antebraços carnudos da mãe Júpiter e dos seus discípulos escravos
nas tendas do harém-lá fora
mesmo para lá das bordas-viagem de olhos
uma égua ciclópica no fogo da imaginação
alimentar a minha doença
um rio de pragas
o olho precisa de algo para me lembrar que o olho ainda está a pecar.
que dor importante
esse assunto wurdz
que a cura possível
esse olho não está sozinho ...
- guardem as casas.
- triplicar o relógio
- donzelas, desenterrem a vossa feitiçaria.
- sirenes, afia as tuas pedras
... comeremos a minha dor novamente
o que precisares
Uni o Messias