Orishas — Desaparecidos letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Desaparecidos" de Orishas.
Letra
Su madre pregunta que paso
Fue a ver a su novia pasadas
Las die desperte al sentir disparos
Mi hijo anoche no llego
Madre no preguntes
Que paso lo se Testigos no habran me olvidaran
Sigue la misma historia
El dia a dia
Sangre que corre
Muertos por sida
Guerra mundial se clona
Diecisiete primaveras
Iba a la universidad
No se buscaba nunca
Un problema que alguien
Diga donde esta
Me hacias falta y tu no estabas dios
Rezos fueron poco gritos
Locos planes suenos rotos
A plomo y sangre olian otros
Familia como nosotros
Salio a la esquina quien lo vio
Mi amigo desaparecio
No dejo ni la sombra
El culpable sabe de que hablo yo Anoche escuche varias explosiones
Butum batam butum bete
Y eso es muy normal bebe
La concienca de hoy en dia esta al reves
La gente no sabe donde
Cono mete el pie
Y ademas para los criminales
Una cena de buen provecho
Y aunque salgan por el techo
Con las palabras
Que he dicho del dicho al hecho
Hay un buen trecho y prosigo
En nombre de mi amigo muerto
Que ya saben como fueron
Lo detuvieron, arrestaron
Secuestraron
Las ropas le quitaron fusilaron
Las pruebas quemaron
Lo mismo le occurio a mi vecino de diez anos
Que sus organos no encontraron
Oye, que fatiga los quemaron, e torturaron
Salio a la esquina quien lo vio
Mi amigo desaparecio
No dejo ni la sombra
El culpable sabe de que hablo yo Otro mas de los caidos
Otra espina otro dolor
Otro madre sin un hijo
Arbol que fruto no dio
Diecisiete primaveras
Iba a la universidad
No se buscaba nunca
Un problema que alguien
Diga donde esta
A los presidentes asesinos
A los respon
Tradução da letra
Sua mãe pergunta O que aconteceu
Ele foi ver sua namorada passado
As Die desperta ao sentir tiros
O meu filho não chegou ontem à noite
Mãe não perguntes
O que aconteceu testemunhas não me esquecerão
Segue a mesma história
Dia a dia
Sangue a correr
Mortos por sida
Guerra Mundial é clonada
Dezassete primaveras
Ia para a faculdade
Nunca se procurava
Um problema que alguém
Diga onde está
Faltaste-me e tu não estavas Deus
Orações foram pouco gritos
Planos loucos soem quebrados
Chumbo e sangue cheiram outros
Família como nós
Ele foi para a esquina quem o viu
O meu amigo desapareceu
Não deixo nem a sombra
O culpado sabe do que estou a falar ontem à noite ouvi várias explosões
Butum batam butum bete
E isso é muito normal bebe
A concenca de hoje em dia está ao reves
As pessoas não sabem onde
Cone mete o pé
E também para os criminosos
Um jantar de bom apetite
E mesmo que saiam pelo telhado
Com as palavras
O que eu disse do ditado ao fato
Há um bom trecho e prosigo
Em nome do meu amigo morto
Que já sabem como foram
Prenderam-no, prenderam-no
Eles raptaram
As roupas tiraram lhe a arma
As provas queimaram
O mesmo acontece com o meu vizinho de dez anos
Que os seus órgãos não encontraram
Que fadiga os queimaram e torturaram
Ele foi para a esquina quem o viu
O meu amigo desapareceu
Não deixo nem a sombra
O culpado sabe de que falo Eu outro mais dos caídos
Outra espinha outra dor
Outro mãe sem um filho
Árvore que fruto não deu
Dezassete primaveras
Ia para a faculdade
Nunca se procurava
Um problema que alguém
Diga onde está
Aos presidentes assassinos
Aos respon