Opeth — Reverie/Harlequin Forest letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Reverie/Harlequin Forest" de Opeth.
Letra
Into the trees
Past meadow grounds
And further away from my home
Baying behind me
I hear the hounds
Flock’s chasing to find me alone
A trail of sickness
Leading to me
If I am haunted
Then you will see
Searching the darkness
And emptiness
I’m hiding away from the sun
Will never rest
Will never be at ease
All my matter’s expired so I run
There falls another
Vapor hands released the blade
Insane regrets at the drop
Instruments of death before me
Lose all to save a little
At your peril it’s justified
And dismiss your demons
As death becomes a jest
You are the laughing stock
Of the absinthe minded
Confessions stuck in your mouth
And long gone fevers reappear
Nocturnally helpless
And weak in the light
Depending on a prayer
Pacing deserted roads to find
A seed of hope
They are the trees
Rotten pulp inside and never well
Roots sucking, thieving from my source
Tired boughs reaching for the light
It is all false pretension
Harlequin forest
Awaiting redemption for a lifetime
As they die alone
With no one by their side
Are they forgiven?
Stark determination
Poisoning the soul
Unfettered beast inside
Claiming sovereign control
And now the woods are burning
Tearing life crops asunder
Useless blackened remains
Still pyre smoldering
Tradução da letra
Para as árvores
Terrenos dos prados passados
E mais longe da minha casa
Atrás de mim
Ouço os cães.
O bando está a perseguir-me para me encontrar sozinho.
Um rasto de doença
Levando a mim
Se estou assombrado
Então você verá
À procura da escuridão
E o vazio
Estou a esconder-me do sol
Nunca descansará
Nunca estará à vontade
O meu assunto expirou, por isso fugi.
Cai outra
As mãos de Vapor libertaram a lâmina.
Arrependimentos loucos na entrega
Instrumentos da morte diante de mim
Perder tudo para salvar um pouco
Por sua conta e risco, justifica-se.
E rejeita os teus demónios
À medida que a morte se torna uma brincadeira
Tu és o motivo de riso
Of the absinthe minded
Confissões presas na tua boca
E as febres há muito perdidas reaparecem
Noctívago indefeso
E fraco na luz
Dependendo de uma oração
Caminhando estradas desertas para encontrar
Uma semente de esperança
São as árvores
Polpa podre por dentro e nunca bem
Raízes a sugar, a roubar da minha fonte
Ramos cansados alcançando a luz
É tudo falsa pretensão
Floresta de Arlequim
À espera de redenção para toda a vida
Enquanto morrem sozinhos
Sem ninguém ao seu lado
Estão perdoados?
Determinação absoluta
Envenenar a alma
Besta sem restrições lá dentro
Reivindicação do controlo soberano
E agora a floresta está a arder
Rasgando as colheitas de vida em pedaços
Restos escurecidos inúteis
Ainda a arder por pira