Only Crime — Tenebrae letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Tenebrae" de Only Crime.
Letra
Command and repose and perfect posture
Set up to segregate afflictions we foster
The words fall dead, slip down the side
The wounded risen up and taken from the worst ride
Out in the cold when we speak solid breath
We make our moves under cover of death
Outside the walls with the sick and insane
No shade or shelter from the shame-flavored rain
And I can see it’s the same as before
Condemned to suffer the seeds we have sown
To the degree that we reject and deny
Too greedy, too selfish to try
Deadbolt the mind, unplug the phone
Deny the promise of what’s freely been shown
Just turn away, pretend it’s not there
The strings of ignorance grown too sick to care
Out on an island of self-centered spite
Lay in our beds under cover of night
Curl up and weep, narcissistic in vain
No shade or shelter from the shame-flavored rain
And without a shift in course
We will approach our destination
Can you deny it?
Throughout the flames that scorch the civility
Right off the page of a selfish history
The tide turns to create it’s union
Now’s our chance, time to disconnect
Preserve some dignity, a system to respect
It’s been justified and relegated
We bog down in our symptoms of despair
Too far along to pretend we even care
Pretend you fucking care
Tradução da letra
Comando, repouso e postura perfeita
Prepara-te para segregar as aflições que fomentamos.
As palavras caem mortas, escorregam pelo lado
Os feridos levantaram-se e foram levados da pior viagem
Lá fora no frio quando falamos respiração sólida
Avançamos a coberto da morte.
Fora das paredes com os doentes e loucos
Sem sombra ou abrigo da chuva com sabor a vergonha
E vejo que é o mesmo de antes
Condenado a sofrer as sementes que semeamos
Na medida em que rejeitamos e negamos
Demasiado ganancioso, demasiado egoísta para tentar
Fecha a mente, desliga o telefone.
Negue a promessa do que foi mostrado livremente
Vira-te e finge que não está lá.
As cordas da ignorância ficaram doentes demais para se preocuparem.
Numa ilha de ódio egocêntrico
Deitem-se nas nossas camas sob a cobertura da noite
Enrola - te e chora, narcisista em vão
Sem sombra ou abrigo da chuva com sabor a vergonha
E sem mudança de rumo
Aproximamo-nos do nosso destino
Pode negá-lo?
Através das chamas que queimam a civilidade
Directamente da página de uma história egoísta
A maré muda para criar a sua união
Agora é a nossa oportunidade, hora de desligar
Preservar alguma dignidade, um sistema para respeitar
Foi justificado e relegado.
Nós afundamo-nos nos nossos sintomas de desespero.
Demasiado tempo para fingir que nos importamos
Finge que te preocupas.