One Way Worship — In Your Glory letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "In Your Glory" de One Way Worship.

Letra

Allí yacía en el borde de una acera tirado
Reposaba un desecho barrido hacia el alcantarillado
Levántose con cara amarilla, despertárosle
Y a una farola díjole hablándole de usted:
Oiga perdone busco un bar el más cercano
El creyó entender: siga recto el de la esquina está cerrado
Siguió su curso y echó mano al bolsillo
Saco un pito y mirose sus dedos y vioselos ultramarillo
No dudó en echarse otro a la boca
Los avisos de muerte en el paquete, por lo que se ve no importan
Optó, por entrar en otra tasca y darle al frasco
Y un poco ofuscado se empezó a comer el tarro
Se imaginó coger a un rapper de estos guaperas medio modelo
Y engancharle un gancho a los huevos
Tirar de él con una cadena atada a un Patrol
Y desgarrarle la bolsa escrotal hasta oír sus llantos
Que malévolo, necesita calma
Que cojones le echó en el ron el hijo de puta del barman
Necesitaba poner su cabeza en orden
Y cambióse de bar y ambiente para acabar bien la noche
Postró su culo en otro guariche inmundo
Y con las últimas pelas pidióse su último tubo
El pensaba «a ver si aquí me comporto y no me desvaría el coco» y se equivocó
Pensó en raptar a otro rapero español de estos que están de modas
Un bailarín con gracia y un desgraciado ahora
Amordazarlo a cuatro patas y sus nalgas en pompa
Y meterle un soldador ardiendo por el culo hasta la boca
Deliraba, buscaba venganza a base de sangre
Aquí perdones no valen, ¡Que te calles!
Volvió en sí y se dijo «yo nunca lo haría aunque sería mi mayor fantasía»
Son los pensamientos más ocultos de este zombi nocturno
De pelo largo, barba y moribundo
Sho Hai era el medio muerto medio vivo con talento
En este macabro intento de feliz cuento
Y así otra noche de este fantasma
Sin alegrías ni penas, anda cumpliendo condenas, buscando respuestas
Se fue dando portazos por no partirse la crisma en pedazos
Echando el humo por la boca
¿Quién gobierna esta cabeza loca?
Cual ciudad sin ley cuando se desboca
Lamentando cada oportunidad perdida, relamiendo las heridas
Y así anda resoplando por la vida
Suspirando, tomando aire, tropezando con bordillos en la calle
Doblando esquinas no espero a nadie
Cortando el tráfico
Volver a casa arrepentido no es trágico
En la calle suena Doble V y eso es mágico
Yo era un ladrón con talento
Asaltando el firmamento robando estrellas
Borrando las huellas
Disimulando nuestras miserias
Sin problemas que nos desborden
Se que el universo pone las cosas en orden
La conciencia me está gritando algo
Que venga demostrándole al mundo lo que valgo
Siempre pago lo que debo y lo que bebo
Nada nuevo, me muevo, paso el relevo, agárrame si me elevo
Vuelvo haciendo saltar las alarmas
Preguntándome donde estaban las cámaras
Que no las ves, pero te graban
Las desafío escribiendo mi nombre
Parece que el genio sea la razón de ser del hombre
Y sea donde, se libre de la agonía
Yo ando buscando armonía
Siempre y cuando jamás nos falte compañía
Y así encontré a Javat y a Hate
Tres historias de película en tu cine mental
Sobre una instrumental
Cuando cerraron el bar de la esquina
Se vio en la calle con un frío de tres pares de cojones a las tres
Solo como toda la tarde solo, con el Marqués de Cáceres
Ciudadano sade con dejadez
Un diez merece su memez
Aislao de la gente por miedo a echarse a llorar de repente otra vez
Toda la semana, ya sabes no tienen horario
Gimiendo en las calles del barrio arrastraba sus pies
Un portazo se oyó en toda la ciudad de repente
Y despertóse un borracho barbudo en la acera de enfrente
«Está cerrado no me trate de usted, más alante hay uno abierto en fin ve y bebe»
Cada uno por su lado se fue
Nuestro amigo ya está fuera de sí, en fin, el diablo está en él
Le aconseja ahorrar lo suficiente
Encerrarse para siempre en algún lado
Morir sin ser enterrado
Bueno sí en el lodo de su mente
Y así continúa este dúo, el búho y la serpiente
Como describir ese drama
Ese infierno interno, en el frío invierno, el eterno, camino a la cama caliente
Ya se desploma creyéndose a salvo
Se dispone para el coma pero se olvida de algo
No tiene control y un sollozo involuntario
Convierte su cama en un pozo y allí se retuerce
Éxtasis extraordinario que nadie merece
Entre la angustia y el gozo, el dolor y el placer se mecen
Joven atormentado su nombre da igual
Es el final de esta pesadilla real porque ya duerme

Tradução da letra

Lá estava deitado na borda de uma calçada puxada
Repousava um lixo varrido para o esgoto
Levante-se com cara amarela, acorde-o
E a um poste disse lhe falando de si:
Desculpe procuro um bar o mais próximo
Ele acreditou entender: siga em frente o da esquina está fechado
Ele seguiu seu curso e colocou as mãos no bolso
Eu tiro uma pila e mirose os dedos e vioselos ultramarillo
Não hesitou em deitar outro na boca
Os avisos de morte no pacote, pelo que parece, não importam
Ele escolheu, para entrar em outra tasca e dar ao frasco
E um pouco ofuscado começou a comer o frasco
Ele imaginou pegar um rapper desses bonitão meio modelo
E prender um gancho aos ovos
Puxe-o com uma corrente amarrada a um Patrol
E rasgar lhe o saco escrotal até ouvir os seus gritos
Que malévolo, precisa de calma
Que porra O filho da mãe do barman o pôs no rum
Precisava de pôr a cabeça em ordem
E mudou de bar e ambiente para terminar bem a noite
Prostrou seu burro em um outro guariche imundo
E com as últimas peles pediu o seu último tubo
Ele pensou "para ver se aqui eu me comporto e não me desviaria o coco" e se equivocou
Pensou em raptar outro rapper Espanhol destes que estão na moda
Um dançarino gracioso e um desgraçado agora
Amordaçá-lo de quatro e suas nádegas em pompa
E enfiar lhe um ferro de solda a arder pelo cu até à boca
Delirava, procurava vingança à base de sangue
Aqui Perdões não valem, que te cales!
Ele voltou a si e disse: "Eu nunca faria isso mesmo que seria a minha maior fantasia»
Eles são os pensamentos mais escondidos deste zumbi noturno
De cabelos compridos, barba e moribundo
Sho Hai era o meio morto meio vivo com talento
Nesta macabra tentativa de feliz conto
E assim mais uma noite deste fantasma
Sem alegrias nem tristezas, anda cumprindo condenações, buscando respostas
Ele saiu a bater as portas por não ter partido a crisma em pedaços
Fumando pela boca
Quem governa esta cabeça louca?
Que cidade sem lei quando se desfaz
Lamentando todas as oportunidades perdidas, relaxando as feridas
E assim anda a bufar pela vida
Suspirando, tomando ar, tropeçando em freios na rua
Dobrar cantos não espero por ninguém
Cortando o tráfego
Voltar para casa arrependido não é trágico
Na rua soa Duplo V e isso é mágico
Eu era um ladrão talentoso
Assaltando o firmamento roubando estrelas
A apagar as impressões digitais
Disfarçando nossas misérias
Sem problemas que nos transbordem
Sei que o universo põe as coisas em ordem
A consciência está a gritar comigo
Que venha mostrar ao mundo o que valho
Pago sempre o que devo e o que bebo
Nada de novo, eu me movo, passo o relé, Segure-me se eu subir
Volto a disparar os alarmes
A perguntar me onde estavam as câmaras
Que não as vês, mas eles gravam-te
Desafio as a escrever o meu nome
Parece que o génio é a razão de ser do homem
E seja onde for, Liberte-se da agonia
Eu ando à procura de harmonia
Desde que nunca nos falte companhia
E assim encontrei o Javat e o Hate
Três histórias de filmes em seu cinema mental
Sobre uma instrumental
Quando fecharam o bar da esquina
Viu se na rua com um frio de três pares de cojones às três
Só como toda a tarde sozinho, com o Marquês de Cáceres
Cidadão Sade com negligência
Um dez merece seu memez
Isolao das pessoas por medo de se lançar a chorar de repente novamente
Toda a semana, você sabe, eles não têm horário
Gemendo nas ruas do bairro arrastou seus pés
Uma porta foi ouvida em toda a cidade de repente
E um bêbado barbudo acordou no passeio do outro lado da rua
"Está fechado não me trate de você, mais alante há um aberto em fim Vai e bebe»
Cada um por seu lado foi embora
Nosso amigo já está fora de si, enfim, o diabo está nele
Ele aconselha você a economizar o suficiente
Trancar-se para sempre em algum lugar
Morrer sem ser enterrado
Bem sim na lama da sua mente
E assim continua este dueto, a coruja e a cobra
Como descrever esse drama
Aquele inferno interior, no inverno frio, o eterno, caminho para a cama quente
Já se despencou acreditando em segurança
Prepara se para o coma mas esquece se de alguma coisa
Não tem controle e um soluço involuntário
Ele transforma sua cama em um poço e lá ele se contorce
Êxtase extraordinário que ninguém merece
Entre a angústia e a alegria, a dor e o prazer balançam
Jovem atormentado seu nome não importa
É o fim deste pesadelo real, porque já dorme