Once Tiros — Maldición letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Maldición" de Once Tiros.
Letra
Maldición otro dia como ayer
Sentado frente a la televisión
Mutacion es mi estado natural
Peligroso pa’l que se quiera colgar
Y mentí sobre todo lo que hay
Ya no supe lo que iba a pasar
Hoy lleve mi cabeza a volar
Y pedí que de allá no me bajen más, más, más
Más que hoy, más que ayer
Más que dos, mas vos
Y vos quien sos para venir
Y hablar de comprension
Si me escupiste la jeta más de una vez
De vez en cuando te acordaste de mi ser
Y es que hoy estoy, hoy me voy
Hoy me quedo, qué sé yo
Si al final existir es morir al revés
Y otra vez le hice caso al corazón
Y la razón no la vi ni por decreto de Dios
(Y hay más) De lo que vos sabes
(Hay más) De lo que imaginas
(Y hay más) De lo que vos crees
(Hay más) De lo que podes
No toques de oido que me voy pa’l otro lado
Y que me sale el salado que tengo dentro de mi
No me hagas la cabeza que ya no tengo paciencia
De escuchar tus incoherencias, yo me quiero ir de aquí
Juro arrodillado porque acá me parta un rayo
Que seguir cacareando no te da para vivir
Elegí tu camino y que no se cruce con el mio
Y no me robes el delirio que así yo estoy muy feliz
(Y hay más) De lo que vos sabes
(Hay más) De lo que imaginas
(Y hay más) De lo que vos crees
(Hay más) De lo que podes… ver
Tradução da letra
Raios outro dia como ontem
Sentado na frente da TV
Mutacion é o meu estado natural
Perigoso pa'l que se queira enforcar
E menti sobre tudo o que há
Já não sabia o que ia acontecer
Hoje levei a minha cabeça a voar
E pedi que não me baixassem mais, mais, mais
Mais do que hoje, mais do que ontem
Mais do que dois, mas você
E tu quem és para vir
E falar de compreensão
Se me cuspiste mais do que uma vez
De vez em quando lembraste te de mim
E é que hoje estou, hoje vou-me embora
Hoje fico, o que sei eu
Se no final existir é morrer ao contrário
E outra vez dei ouvidos ao coração
E a razão não a vi, nem por decreto de Deus
(E há mais) do que você sabe
(Há mais) do que você imagina
(E há mais) do que você pensa
(Há mais) do que você pode
Não toques em ouvir que vou para outro lado
E que me sai o salgado que tenho dentro de mim
Não me faças a cabeça que já não tenho paciência
De ouvir as tuas inconsistências, eu quero sair daqui
Juro ajoelhado porque aqui me parte um raio
Que continuar a cacarejar não te dá para viver
Escolhi o teu caminho e não o cruzei com o meu
E não me roubes o delírio que assim eu estou muito feliz
(E há mais) do que você sabe
(Há mais) do que você imagina
(E há mais) do que você pensa
(Há mais) do que você pode ver ver