Ominous Grief — Demon's Lair letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "Demon's Lair" de Ominous Grief.
Letra
I don’t know what lies beyond my grave
I don’t know if I’ll ever reach there
Everything have come to an end, met their death
I have buried them in the demon’s lair
I have witnessed dark desecrations
Danced the unholy dance
I have been to pre-birth funerals
She’d the mourners' tears
The night dresses in her black shroud
When the sun leaves the earth
Sombre mist pulse above me, I call to you
Now life is meaningless in my dark room
Tears of frozen wickedness
Break into my dreams
All feeling rotten, swallowed by my grave
Nowhere to hide from your screams
The sun seems so pale
All my sight is fading
As your spirit disappears
Avoiding the sight of a dying sunset
Your eyes open wide but you can’t see my anymore
You have sailed to heavens shiny shores
I carry what’s left of you deep inside
To bury in the demon’s liar
I close my eyes and gaze into the past
Through the grey of forgotten times
I see you staring at the dark sky
With dying eyes blacker than nights
If the darkness will resurrect you
I’ll no longer lie in this spiked coffin
Awaiting your tomb soil to take me in
Here I drift alone in the demon’s lair
Tradução da letra
Não sei o que está além da minha sepultura
Não sei se alguma vez lá chegarei
Tudo chegou ao fim, encontrou a sua morte.
Enterrei-os no covil do demónio.
Testemunhei profanações sombrias.
Dançou a dança profana
Já fui a funerais pré-natais.
Ela chorava as lágrimas dos enlutados
A noite veste - se com o seu manto preto
Quando o sol deixa a terra
Sinto a neblina por cima de mim, chamo-te
Agora a vida não tem sentido no meu quarto escuro.
Lágrimas de maldade congelada
Entrar nos meus sonhos
Todos a sentirem-se podres, engolidos pela minha sepultura
Nenhum lugar para se esconder dos seus gritos
O sol parece tão pálido
Toda a minha visão está a desaparecer.
Como o teu espírito desaparece
Evitar a visão de um pôr-do-sol moribundo
Os teus olhos abrem - se, mas já não consegues ver os meus.
Você navegou para os céus praias brilhantes
Eu carrego o que resta de ti lá no fundo
Para enterrar no mentiroso do demónio
Fecho os olhos e olho para o passado
Através do cinzento dos tempos esquecidos
Vejo-te a olhar para o céu escuro.
Com olhos moribundos mais negros que as noites
Se a escuridão te ressuscitar
Não me vou deitar mais neste caixão com espinhos.
À espera que a terra do teu túmulo me acolhesse
Aqui eu vagueio sozinho no covil do demónio