Omega El Fuerte — Yo Viviré letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Yo Viviré" de Omega El Fuerte.

Letra

Mi voz puede volar, puede atravesar, cualquier herida
Cualquier tiempo, cualquier soledad
Sin que las pueda controlar, con una forma de canción
Así es mi voz, que sale de mi corazón
Y volará, sin yo querer
Por los caminos más lejanos, con los sueños que soñé
Será el reflejo del amor, de lo que me toco vivir
Será la música de fondo, de lo mucho sentí
Oye mi son! Mi viejo son
Tiene la clave de cualquier generación
En el alma de mi mente, en los cueros del tambor
En las manos del conguero, en los pies del bailador
Yo viviré y allí estaré
Mientras pase una comparsa
Con mi rumba cantaré, seré siempre lo que fui
Con mi azúcar para ti, yo viviré, yo viviré…
Ahora vuelvo recordar, aquel tiempo atrás
Cuando me fui buscando el cielo, de la libertad
Tantos amigos que deje, tantas lagrimas que llore
Yo viviré, para volverlos a encontrar
Allí estaré, con mi canción
Bailando música caliente, como bailo yo Y cuando suene una guaracha
Cuando suene un guaguanco
En la sangre de mi pueblo, en su cuerpo estaré yo Oye mi son! Mi viejo son
Tiene la clave de cualquier generación
En el alma de mi mente, en los cueros del tambor
En las manos del conguero, en los pies del bailador
Yo viviré y allí estaré
Mientras pase una comparsa
Con mi rumba cantaré, seré siempre lo que fui
Con mi azúcar para ti, yo viviré, yo viviré…

Tradução da letra

Minha voz pode voar, pode atravessar, qualquer ferida
Qualquer tempo, qualquer solidão
Sem que possa controlá-las, com uma forma de canção
Assim é a minha voz que sai do meu coração
E voará, sem eu querer
Pelos caminhos mais distantes, com os sonhos que sonhei
Será o reflexo do amor, do que me toco viver
Será a música de fundo, do quanto eu senti
Ei, meu filho! Meu velho, são
Tem a chave de qualquer geração
Na alma da minha mente, nos couros do tambor
Nas mãos do conguero, nos pés do dançarino
Eu viverei e lá estarei
Desde que passe uma comparsa
Com o meu rumba cantarei, serei sempre o que fui
Com o meu açúcar para ti, eu viverei, eu viverei…
Agora volto a lembrar-me, aquele tempo atrás
Quando fui à procura do céu, da Liberdade
Tantos amigos que deixei, tantas lágrimas que chorei
Eu viverei, para encontrá-los novamente
Lá estarei, com a minha canção
Dançando música quente, como Danço eu e quando soe uma guaracha
Quando soar um guaguanco
No sangue do meu povo, no seu corpo estarei Eu ouve o meu São! Meu velho, são
Tem a chave de qualquer geração
Na alma da minha mente, nos couros do tambor
Nas mãos do conguero, nos pés do dançarino
Eu viverei e lá estarei
Desde que passe uma comparsa
Com o meu rumba cantarei, serei sempre o que fui
Com o meu açúcar para ti, eu viverei, eu viverei…