Ojos De Brujo — Una verdad incomoda (con Komar) letra e tradução

A página contém a letra e a tradução em português da música "Una verdad incomoda (con Komar)" de Ojos De Brujo.

Letra

Tú niño que mueres de sida en Sudáfrica
Tú armao de valor que cruzas mares en pateras
Tú mujer que vendes tus encantos en la calle
Aquellos que quemaron en la hoguera:
¡que la prendan!
Tú que en la guerra de Irak perdiste
A tus dos hijos
Tú Maria Elena madre de desaparecido
Tú mujer violada y saqueada en los Balcanes
Aquellas que quemaron en la hoguera:
¡que la prendan!
Ahora que dicen que viene la crisis
Muchos prenden velas
Y si mañana el cuarto se quema
Que sean otros los que apaguen la candela
Así es la vida, ¡¡incómoda!
Aunque te duela
La verdad esta clara y más
Cuando la mentira deja secuela
Se cuela, como bola de billar
En un casino en Las Vegas
Mientras se cuela otra bala ciega
En la cabeza de otro niño inocente en la escuela
Sí y la gente se va a la playa en ríos
Mientras otros se matan en las favelas…
Se Calienta El Aire, Se Enfada La Tierra
Se Enfrian Los Corazones
Se Congelan Las Conciencias
Quién lo diría, que muchos fingirían
Unos reirían .otros sufrirían
Este es el momento, ha llegado el día
Ya está aki el espejo del que todos se escondían
Dame la mano, libera tu hipotálamo
Basta de guantánamos, unámonos
Hasta donde quieres
Que sigamos tós matándonos?
Sobretodo de este modo
Somos cómplices de todo
Déjate de dejarte como un loco!
Directos como terremotos, que albo-ro-to !
Dame la mano, libera tu hipotálamo
Basta de guantánamos, unámonos
Hasta dónde quieres
Que sigamos tós matándonos?
Niñas de vientre abultao por no tener comida
Centrales nucleares que recuerdan Hiroshima
Niños se atiborran de hamburguesas
En los Mc Donalds
Y otras se ponen silicona y hacen yoga
Otras dedican su vida a causas perdías
Mientras otros pujan en la bolsa
Y montan oficinas
Ay! que la tierra se calienta!!!
¿que se puede hacer para arreglar toda esta mierda?
Se Calienta El Aire, Se Enfada La Tierra
Se Enfrian Los Corazones
Se Congelan Las Conciencias
Es como la matemática, lógica cuántica
Cero subjetivo, pura práctica
Estática, endogámica
Vamos todos recto ---
Directo a una verdad mas plástica
Dame la mano, libera tu hipotálamo
Basta de guantánamos, unámonos
Hasta donde quieres
Que sigamos tós matándonos?
Sobretodo de este modo
Somos cómplices de todo
Déjate de dejarte como un loco!
Directos como terremotos, que albo-ro-to !
Dame la mano, libera tu hipotálamo
Basta de guantánamos, unámonos
Hasta dónde quieres
Que sigamos tós matándonos?
Tú mujer libre que luchaste en el 36
UNA VERDAD INCÓMODA
Tú que limpias casas y te pagan cuatro perras
UNA VERDAD INCÓMODA
Tú que estás sufriendo la ruina de la heroína
UNA VERDAD INCÓMODA
Aquellos que quemaron en la hoguera:
¡que la prendan!
Lanzo los chamalongos y entro en conexión
Con los grandes reyes del pasado
Bendición para hermanas y hermanos
Agradezco el legado
Contra el suelo choco cinco huesos de mi mano
Ando tranquilo, se que velan por mí
Pero pregunto: ¿Qué pasa?
Hombre, mujeres no somos los mismos
En vida se extingue la raza
Dinero de bien se disfraza pá entrar en casa
¡¡Necesidad! Crea ceguera y
No permite ver profundo
Se metalizan tus sueños, tu mundo
Absurdo pero cierto se globalizan, se legalizan
Desiertos en el pecho de los hombres
En los hombros llevan el peso de la costumbre
Con el hambre de alcanzar la cumbre
Pá tener pá siempre una luz que los alumbre
Dinero de bien se disfraza pá entrar en casa
¡¡Necesidad! Crea ceguera
Y no permite ver profundo
Se metalizan tus sueños, tu mundo
Absurdo pero cierto se globalizan, se legalizan
Desiertos en el pecho de los hombres
En los hombros llevan el peso de la costumbre
Con el hambre de alcanzar la cumbre
Pá tener pá siempre una luz que los alumbre

Tradução da letra

Seu menino que morre de AIDS na África do Sul
Você armao de valor que cruza mares em pateras
A tua mulher que vendes os teus encantos na rua
Aqueles que queimaram na fogueira:
prendam-na!
Você que na guerra do Iraque perdeu
Aos teus dois filhos
Tu Maria Elena mãe de desaparecido
A tua mulher violada e saqueada nos Balcãs
Aquelas que queimaram na fogueira:
prendam-na!
Agora que dizem que vem a crise
Muitos acendem velas
E se amanhã o quarto queimar
Que sejam outros a apagar a candela
Assim é a vida, desconfortável!
Mesmo que doa
A verdade é clara e muito mais
Quando a mentira deixa sequela
Foge, como uma bola de bilhar
Num casino em Las Vegas
Enquanto outra bala cega se infiltra
Na cabeça de outro menino inocente na escola
Sim e as pessoas vão para a praia em rios
Enquanto outros se matam nas favelas…
O Ar É Aquecido, A Terra Fica Irritada
Os Corações Esfriam
As Consciências Congelam
Quem diria, que muitos fingiriam
Alguns ririam .outros sofreriam
Este é o momento, o dia chegou
Já está aki o espelho do qual todos se escondiam
Dá-me a mão, liberta o teu hipotálamo
Chega de Guantánamo, vamos juntar-nos
Até onde você quer
Que continuemos a matar-nos?
Sobretudo assim
Somos cúmplices de tudo
Pare de se deixar como um louco!
Diretos como terremotos, que albo-ro-to !
Dá-me a mão, liberta o teu hipotálamo
Chega de Guantánamo, vamos juntar-nos
Até onde você quer
Que continuemos a matar-nos?
Meninas de barriga abultaou por não ter comida
Centrais nucleares que lembram Hiroshima
Crianças se enchem de hambúrgueres
Nos Mc Donalds
E outras colocam silicone e fazem ioga
Outras dedicam a vida a causas perdias
Enquanto outros licitam na bolsa
E eles montam escritórios
Ai! que a terra se aquece!!!
o que se pode fazer para resolver esta merda toda?
O Ar É Aquecido, A Terra Fica Irritada
Os Corações Esfriam
As Consciências Congelam
É como matemática, lógica quântica
Zero subjetivo, pura prática
Estática, endogâmica
Vamos todos em frente ---
Direto para uma verdade mais plástica
Dá-me a mão, liberta o teu hipotálamo
Chega de Guantánamo, vamos juntar-nos
Até onde você quer
Que continuemos a matar-nos?
Sobretudo assim
Somos cúmplices de tudo
Pare de se deixar como um louco!
Diretos como terremotos, que albo-ro-to !
Dá-me a mão, liberta o teu hipotálamo
Chega de Guantánamo, vamos juntar-nos
Até onde você quer
Que continuemos a matar-nos?
A tua mulher livre que lutaste no dia 36
UMA VERDADE DESCONFORTÁVEL
Você que limpa casas e te pagam quatro cadelas
UMA VERDADE DESCONFORTÁVEL
Você que está sofrendo a ruína da heroína
UMA VERDADE DESCONFORTÁVEL
Aqueles que queimaram na fogueira:
prendam-na!
Atiro os chamalongos e entro em ligação
Com os grandes reis do passado
Bênção para irmãs e irmãos
Agradeço o legado
Contra o chão choco cinco ossos da minha mão
Estou calmo, sei que estão a cuidar de mim
Mas pergunto: o que se passa?
Homem, mulheres não somos os mesmos
Na vida a raça se extingue
Dinheiro de bem se disfarça pai entrar em casa
¡Necessidade! Cria cegueira e
Não permite ver profundo
Metalizam-se os teus sonhos, o teu mundo
Absurdo mas verdadeiro São globalizados, legalizados
Desertos no peito dos homens
Nos ombros carregam o peso do costume
Com a fome de alcançar o cume
Pai ter pai sempre uma luz que os alume
Dinheiro de bem se disfarça pai entrar em casa
¡Necessidade! Cria cegueira
E não permite ver profundo
Metalizam-se os teus sonhos, o teu mundo
Absurdo mas verdadeiro São globalizados, legalizados
Desertos no peito dos homens
Nos ombros carregam o peso do costume
Com a fome de alcançar o cume
Pai ter pai sempre uma luz que os alume