Odes Of Ecstasy — The Total Absence Of Light (Act I) letra e tradução
A página contém a letra e a tradução em português da música "The Total Absence Of Light (Act I)" de Odes Of Ecstasy.
Letra
I’m the cries
The cries of all the weak
I’m the lies
The lies that feed you (for) years
I’m the dreams
The dreams that fade as time pass
I’m the drug
The drug that fondles your grief
I’m the hope
The hope that never lived
I’m the storm
The storm you fear to deal with
In your minds
The death of sanity
In your lifes
The misery always reigns
In your eyes
The total absence of light
Death is my My reason to exist
Time is my My worst of (all) enemies
Life is my My doom for (the) years to come
The cries of all the weak
The lies that feed you (for) years
The dreams that fade as time pass
The drug that fondles your grief
The hope that never lived
The storm you fear to deal with
The death of sanity
The misery which reigns
The total absence of light
«We are like certain senses scattered wide
That have no hope of ever reuniting
All nature in our nerves falls in confusion
We ache in both our body and recollection
All things reject us, and all poetry
Fills us with envy as our last asylum"
(Poetry by Kostas Kariotakis
translation by Kimon Friar)
Tradução da letra
Eu sou os gritos
Os gritos de todos os fracos
Eu sou as mentiras
As mentiras que te alimentam (por) anos
Eu sou Os sonhos
Os sonhos que se desvanecem à medida que o tempo passa
Eu sou a droga.
A droga que acaricia a tua dor
Eu sou a esperança
A esperança que nunca viveu
Eu sou a tempestade
A tempestade com que tem medo de lidar
Nas vossas mentes
A morte da sanidade
Na tua vida
A miséria Reina sempre
Nos teus olhos
A ausência total de luz
A morte é a minha razão de existir.
O tempo é o meu pior inimigo .
A vida é o meu castigo dos anos vindouros.
Os gritos de todos os fracos
As mentiras que te alimentam (por) anos
Os sonhos que se desvanecem à medida que o tempo passa
A droga que acaricia a tua dor
A esperança que nunca viveu
A tempestade com que tem medo de lidar
A morte da sanidade
A miséria que reina
A ausência total de luz
"Somos como certos sentidos dispersos
Que não têm esperança de se reunirem
Toda a natureza nos nossos nervos cai em confusão
Sofremos tanto no nosso corpo como na memória
Todas as coisas nos rejeitam, e toda a poesia
Enche-nos de inveja como o nosso último asilo"
(Poesia de Kostas Kariotakis
tradução por Kimon Friar)